A QUESTÃO DO “INSÍLIO” EM MULHERES DE CINZA: O MONOLINGUISMO E A MONOIDENTIDADE DO OUTRO

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Main Author: Maiane Pires Tigre
Format: Artículo científico
Language:pt
Published: Universidade Federal de Santa Catarina 2021
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author Maiane Pires Tigre
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contents A QUESTÃO DO “INSÍLIO” EM MULHERES DE CINZA: O MONOLINGUISMO E A MONOIDENTIDADE DO OUTRO Maiane Pires Tigre José Pedro de Carvalho Neto Lengua y Literatura Exílio Insílio Monolinguismo Monoidentidade Focaliza-se o romance moçambicano como terreno propício para a representação do insílio, isto é, o exílio interno no âmbito da língua portuguesa, e paralelamente, dos processos de identificação cultural, a partir da representação máxima da personagem Imani, tradutora do português na comunidade local. Com base na leitura da obra O monolinguismo do outro ou a prótese de origem, de Derrida procura-se analisar a língua do colonizador enquanto instância surgida no intervalo do jogo entre a presença e a ausência, problematizando-a como o fora, isto é, “a língua que não é minha”, mas advinda do outro. À medida que escapa da total apreensão, esta língua traz consigo a promessa de transbordamento. Nessa linha de raciocínio, reafirma-se, de igual modo, a impossibilidade de uma identidade plena, pronta e acabada, demonstrando-se a configuração de identidades em constante deslocamento. 2021 artículo científico 1414-526X https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=731980301005 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=7319 Cadernos de Tradução application/pdf Universidade Federal de Santa Catarina Cadernos de Tradução (Brasil) Num.1 Vol.41
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publishDate 2021
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Maiane Pires Tigre
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A QUESTÃO DO “INSÍLIO” EM MULHERES DE CINZA: O MONOLINGUISMO E A MONOIDENTIDADE DO OUTRO Maiane Pires Tigre José Pedro de Carvalho Neto Lengua y Literatura Exílio Insílio Monolinguismo Monoidentidade Focaliza-se o romance moçambicano como terreno propício para a representação do insílio, isto é, o exílio interno no âmbito da língua portuguesa, e paralelamente, dos processos de identificação cultural, a partir da representação máxima da personagem Imani, tradutora do português na comunidade local. Com base na leitura da obra O monolinguismo do outro ou a prótese de origem, de Derrida procura-se analisar a língua do colonizador enquanto instância surgida no intervalo do jogo entre a presença e a ausência, problematizando-a como o fora, isto é, “a língua que não é minha”, mas advinda do outro. À medida que escapa da total apreensão, esta língua traz consigo a promessa de transbordamento. Nessa linha de raciocínio, reafirma-se, de igual modo, a impossibilidade de uma identidade plena, pronta e acabada, demonstrando-se a configuração de identidades em constante deslocamento. 2021 artículo científico 1414-526X https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=731980301005 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=7319 Cadernos de Tradução application/pdf Universidade Federal de Santa Catarina Cadernos de Tradução (Brasil) Num.1 Vol.41
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