Propriedades psicométricas da Escala de Atividade Física adaptada para mulheres idosas (EAFI)

Fuente: Redalyc
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Auteur principal: Jair Sindra Virtuoso Júnior
Format: Artículo científico
Langue:pt
Publié: Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia 2008
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author Jair Sindra Virtuoso Júnior
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contents Propriedades psicométricas da Escala de Atividade Física adaptada para mulheres idosas (EAFI) Jair Sindra Virtuoso Júnior Clarice Alves dos Santos Ailanna Nery dos Santos Ferreira Sheilla Tribess Multidisciplinaria (Ciencias Naturales y Exactas) idosas validade questionário Atividade física Objetivo: Adaptar e validar a Escala de Atividade Física para mulheres idosas. Métodos: A amostra, selecionada por conveniência, foi constituída por 50 mulheres com a média de idade de 71,3 anos (± 9,15). A adaptação foi realizada a partir de uma escala que mede a atividade física em um período de 24 horas, em um dia de semana comum. As atividades descritas e ilustradas foram adaptadas respeitando a lógica do instrumento original que era de nove níveis de intensidade, que variam de deitada/dormindo (0,9 METs) para atividades físicas de alta intensidade (> 6 METs). Após explorada a validade de face, foi estipulado fator de correção para escala com base na avaliação de 20 idosas. A validade concorrente entre a escala acrescida do fator de correção e a medida de quilocalorias obtida pelos sensores uniaxiais em 30 idosas foram exploradas em três faixas etárias (60 a 69, 70 a 79 e ≥ 80 anos). Foram conduzidas estatísticas descritivas e medidas de concordância, acrescidas da plotagem em diagrama de dispersão (IC = 95%; α = 5%). Resultados: Os resultados demonstram que tanto a validade (R = 0,67 e R = 0,74) quanto a reprodutibilidade (R = 0,96 e R = 0,91) apresentam índices de concordância satisfatórios para mulheres idosas, exceto para a faixa etária mais velha (≥ 80 anos). Já no diagrama de dispersão dos dados, os resultados sugerem maior variabilidade dos dados para as medidas de validade. Conclusão: A escala adaptada é alternativa simples e com validade razoável para medir a atividade física diária de mulheres idosas brasileiras. Geriatria & Gerontologia. 2008;3(2):96-103. 2008 artículo científico 2447-2115 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=739780656004 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=7397 Geriatrics, Gerontology and Aging application/pdf Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia Geriatrics, Gerontology and Aging (Brasil) Num.3 Vol.2
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Jair Sindra Virtuoso Júnior
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Propriedades psicométricas da Escala de Atividade Física adaptada para mulheres idosas (EAFI) Jair Sindra Virtuoso Júnior Clarice Alves dos Santos Ailanna Nery dos Santos Ferreira Sheilla Tribess Multidisciplinaria (Ciencias Naturales y Exactas) idosas validade questionário Atividade física Objetivo: Adaptar e validar a Escala de Atividade Física para mulheres idosas. Métodos: A amostra, selecionada por conveniência, foi constituída por 50 mulheres com a média de idade de 71,3 anos (± 9,15). A adaptação foi realizada a partir de uma escala que mede a atividade física em um período de 24 horas, em um dia de semana comum. As atividades descritas e ilustradas foram adaptadas respeitando a lógica do instrumento original que era de nove níveis de intensidade, que variam de deitada/dormindo (0,9 METs) para atividades físicas de alta intensidade (> 6 METs). Após explorada a validade de face, foi estipulado fator de correção para escala com base na avaliação de 20 idosas. A validade concorrente entre a escala acrescida do fator de correção e a medida de quilocalorias obtida pelos sensores uniaxiais em 30 idosas foram exploradas em três faixas etárias (60 a 69, 70 a 79 e ≥ 80 anos). Foram conduzidas estatísticas descritivas e medidas de concordância, acrescidas da plotagem em diagrama de dispersão (IC = 95%; α = 5%). Resultados: Os resultados demonstram que tanto a validade (R = 0,67 e R = 0,74) quanto a reprodutibilidade (R = 0,96 e R = 0,91) apresentam índices de concordância satisfatórios para mulheres idosas, exceto para a faixa etária mais velha (≥ 80 anos). Já no diagrama de dispersão dos dados, os resultados sugerem maior variabilidade dos dados para as medidas de validade. Conclusão: A escala adaptada é alternativa simples e com validade razoável para medir a atividade física diária de mulheres idosas brasileiras. Geriatria & Gerontologia. 2008;3(2):96-103. 2008 artículo científico 2447-2115 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=739780656004 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=7397 Geriatrics, Gerontology and Aging application/pdf Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia Geriatrics, Gerontology and Aging (Brasil) Num.3 Vol.2
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