Comparação entre diferentes pontos de corte na classificação do perfil de fragilidade de idosos comunitários

Fuente: Redalyc
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Auteur principal: Silvia Lanziotti Azevedo da Silva
Format: Artículo científico
Langue:pt
Publié: Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia 2011
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author Silvia Lanziotti Azevedo da Silva
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contents Comparação entre diferentes pontos de corte na classificação do perfil de fragilidade de idosos comunitários Silvia Lanziotti Azevedo da Silva Vanessa Gomes da Silva Leani Sousa Máximo João Marcos Domingues Dias Rosangela Correa Dias Multidisciplinaria (Ciencias Naturales y Exactas) fenótipo Idoso fragilizado critérios diagnósticos Introdução: O diagnóstico da fragilidade é complexo e difícil. O fenótipo de Fried é uma ferramenta utilizada para classificar os idosos segundo seu perfil de fragilidade. Dentre os cinco itens que o compõem, a redução da força de preensão palmar, o nível de atividade física e a lentidão da marcha podem sofrer influência de características antropométricas da população. Objetivo: Comparar a classificação de fragilidade usando os pontos de corte de Fried et al. (2001) e outros ajustados para a amostra. Métodos: Foram avaliados pelo Fenótipo de Fragilidade 125 idosos comunitários (70,4% de mulheres, média etária de 73,77 ± 5,65 anos). Após aplicação do fenótipo, os idosos foram classificados em frágeis, pré-frágeis ou não frágeis, inicialmente utilizando os pontos de corte utilizados por Fried et al. (2001) no CHS. Em seguida, foram reclassificados utilizando pontos de corte adaptados pelo percentil 20 da amostra, para os itens força de preensão manual, nível de atividade física e lentidão na marcha. Foram analisadas a frequência de fragilidade em cada classificação e a comparação feita pelo teste qui-quadrado (X2 ), com α = 0,05. Resultados: As distribuições de fragilidade foram distintas no uso dos diferentes pontos de corte, mas o grupo de idosos pré-frágil foi o maior nas duas situações. O critério exaustão foi pontuado por 28% dos idosos nas duas classificações. Não houve diferença significativa entre as distribuições pelo teste X2 (p = 0,356). Conclusão: Não houve diferença significativa na distribuição de fragilidade usando os dois pontos de corte. Exaustão foi critério frequente e não muda seu ponto de corte, justificando o resultado. 2011 artículo científico 2447-2115 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=739780667002 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=7397 Geriatrics, Gerontology and Aging application/pdf Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia Geriatrics, Gerontology and Aging (Brasil) Num.3 Vol.5
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Silvia Lanziotti Azevedo da Silva
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Comparação entre diferentes pontos de corte na classificação do perfil de fragilidade de idosos comunitários Silvia Lanziotti Azevedo da Silva Vanessa Gomes da Silva Leani Sousa Máximo João Marcos Domingues Dias Rosangela Correa Dias Multidisciplinaria (Ciencias Naturales y Exactas) fenótipo Idoso fragilizado critérios diagnósticos Introdução: O diagnóstico da fragilidade é complexo e difícil. O fenótipo de Fried é uma ferramenta utilizada para classificar os idosos segundo seu perfil de fragilidade. Dentre os cinco itens que o compõem, a redução da força de preensão palmar, o nível de atividade física e a lentidão da marcha podem sofrer influência de características antropométricas da população. Objetivo: Comparar a classificação de fragilidade usando os pontos de corte de Fried et al. (2001) e outros ajustados para a amostra. Métodos: Foram avaliados pelo Fenótipo de Fragilidade 125 idosos comunitários (70,4% de mulheres, média etária de 73,77 ± 5,65 anos). Após aplicação do fenótipo, os idosos foram classificados em frágeis, pré-frágeis ou não frágeis, inicialmente utilizando os pontos de corte utilizados por Fried et al. (2001) no CHS. Em seguida, foram reclassificados utilizando pontos de corte adaptados pelo percentil 20 da amostra, para os itens força de preensão manual, nível de atividade física e lentidão na marcha. Foram analisadas a frequência de fragilidade em cada classificação e a comparação feita pelo teste qui-quadrado (X2 ), com α = 0,05. Resultados: As distribuições de fragilidade foram distintas no uso dos diferentes pontos de corte, mas o grupo de idosos pré-frágil foi o maior nas duas situações. O critério exaustão foi pontuado por 28% dos idosos nas duas classificações. Não houve diferença significativa entre as distribuições pelo teste X2 (p = 0,356). Conclusão: Não houve diferença significativa na distribuição de fragilidade usando os dois pontos de corte. Exaustão foi critério frequente e não muda seu ponto de corte, justificando o resultado. 2011 artículo científico 2447-2115 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=739780667002 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=7397 Geriatrics, Gerontology and Aging application/pdf Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia Geriatrics, Gerontology and Aging (Brasil) Num.3 Vol.5
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