Associação entre autopercepção da saúde e síndrome da fragilidade em idosos
Fuente:
Redalyc
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| Autore principale: | |
|---|---|
| Natura: | Artículo científico |
| Lingua: | pt |
| Pubblicazione: |
Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia
2012
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| Soggetti: | |
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| _version_ | 1876478951994425344 |
|---|---|
| author | Juliana Lustosa Torres |
| author_facet | Juliana Lustosa Torres |
| contents | Associação entre autopercepção da saúde e síndrome da fragilidade em idosos Juliana Lustosa Torres Rosângela Corrêa Dias Silvia Lanziotti Azevedo da Silva Multidisciplinaria (Ciencias Naturales y Exactas) vulnerabilidade vulnerabilidade idoso fragilizado idoso fragilizado Autoavaliação diagnóstica Objetivo: Avaliar associação entre fragilidade e a autopercepção da saúde em idosos comunitários. Métodos: Foram recrutados 79 homens e mulheres, com idade mínima de 65 anos, residentes em Belo Horizonte. Aplicou-se o inquérito da rede de estudos de fragilidade de idosos brasileiros (Rede Fibra) de dezembro de 2008 a maio de 2009, por entrevistadores previamente treinados. A autopercepção da saúde foi mensurada por meio de cinco quesitos: avaliação da saúde geral, cuidados com a saúde, saúde comparada com pessoas da mesma idade, saúde atual comparada ao ano anterior e nível de atividade comparado ao ano anterior. Os critérios de fragilidade foram os cinco itens do fenótipo da fragilidade. A análise estatística foi feita pelos testes de Kruskal Wallis e qui-quadrado, adotando-se α= 0,05. Resultados: A amostra foi constituída de 78% mulheres e 28% homens, com idade média de 75,15 ± 6,77 anos. O perfil de fragilidade foi de 22% frágeis, 48% pré-frágeis e 30% não frágeis. Houve associação estatisticamente significativa entre as perguntas sobre saúde comparada com pessoas da mesma idade e saúde atual comparada ao ano anterior em relação ao perfil de fragilidade. Somente a última foi significativa para identificação de idosos frágeis com resposta “pior saúde”. Conclusão: Os resultados apontam para uma associação estatisticamente significativa entre autopercepção da saúde e fragilidade, quando avaliada pela pergunta “Em comparação a um ano atrás, como o(a) senhor(a) considera a sua saúde hoje?”, sendo que idosos frágeis apresentaram maior proporção (p < 0,03) de resposta - “pior” 2012 artículo científico 2447-2115 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=739780672004 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=7397 Geriatrics, Gerontology and Aging application/pdf Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia Geriatrics, Gerontology and Aging (Brasil) Num.3 Vol.6 |
| format | Artículo científico |
| id | redalyc_739780672004 |
| institution | Redalyc |
| language | pt |
| publishDate | 2012 |
| publisher | Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia |
| spellingShingle | Associação entre autopercepção da saúde e síndrome da fragilidade em idosos Juliana Lustosa Torres Multidisciplinaria (Ciencias Naturales y Exactas) vulnerabilidade vulnerabilidade idoso fragilizado idoso fragilizado Autoavaliação diagnóstica Associação entre autopercepção da saúde e síndrome da fragilidade em idosos Juliana Lustosa Torres Rosângela Corrêa Dias Silvia Lanziotti Azevedo da Silva Multidisciplinaria (Ciencias Naturales y Exactas) vulnerabilidade vulnerabilidade idoso fragilizado idoso fragilizado Autoavaliação diagnóstica Objetivo: Avaliar associação entre fragilidade e a autopercepção da saúde em idosos comunitários. Métodos: Foram recrutados 79 homens e mulheres, com idade mínima de 65 anos, residentes em Belo Horizonte. Aplicou-se o inquérito da rede de estudos de fragilidade de idosos brasileiros (Rede Fibra) de dezembro de 2008 a maio de 2009, por entrevistadores previamente treinados. A autopercepção da saúde foi mensurada por meio de cinco quesitos: avaliação da saúde geral, cuidados com a saúde, saúde comparada com pessoas da mesma idade, saúde atual comparada ao ano anterior e nível de atividade comparado ao ano anterior. Os critérios de fragilidade foram os cinco itens do fenótipo da fragilidade. A análise estatística foi feita pelos testes de Kruskal Wallis e qui-quadrado, adotando-se α= 0,05. Resultados: A amostra foi constituída de 78% mulheres e 28% homens, com idade média de 75,15 ± 6,77 anos. O perfil de fragilidade foi de 22% frágeis, 48% pré-frágeis e 30% não frágeis. Houve associação estatisticamente significativa entre as perguntas sobre saúde comparada com pessoas da mesma idade e saúde atual comparada ao ano anterior em relação ao perfil de fragilidade. Somente a última foi significativa para identificação de idosos frágeis com resposta “pior saúde”. Conclusão: Os resultados apontam para uma associação estatisticamente significativa entre autopercepção da saúde e fragilidade, quando avaliada pela pergunta “Em comparação a um ano atrás, como o(a) senhor(a) considera a sua saúde hoje?”, sendo que idosos frágeis apresentaram maior proporção (p < 0,03) de resposta - “pior” 2012 artículo científico 2447-2115 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=739780672004 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=7397 Geriatrics, Gerontology and Aging application/pdf Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia Geriatrics, Gerontology and Aging (Brasil) Num.3 Vol.6 |
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