Avaliação do consumo de frutas por idosos de São Caetano do Sul, São Paulo, Brasil

Fuente: Redalyc
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Autore principale: Mayara Vieira Secafim
Natura: Artículo científico
Lingua:pt
Pubblicazione: Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia 2016
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author Mayara Vieira Secafim
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contents Avaliação do consumo de frutas por idosos de São Caetano do Sul, São Paulo, Brasil Mayara Vieira Secafim Ágatha Nogueira Previdelli Karina Maffei Marques Marcela Previato do Nascimento Ferreira Tatiana Império de Freitas Rita Maria Monteiro Goulart Rita de Cássia de Aquino Multidisciplinaria (Ciencias Naturales y Exactas) Frutas nutrientes envelhecimento nutrição do idoso consumo de alimentos OBJETIVO: Avaliar a ingestão de frutas baseada no consumo habitual de idosos. MÉTODOS: Estudo transversal em amostra não probabilística de 295 idosos, provenientes da pesquisa “Avaliação do Consumo Alimentar de Idosos do Município de São Caetano do Sul, São Paulo, Brasil”. A informação sobre a ingestão de frutas foi obtida por um Questionário de Frequência Alimentar previamente validado e o consumo de energia e nutrientes, por dois Recordatórios de 24 horas, avaliados pelo programa Multiple Source Method (MSM). A regressão logística foi aplicada para verificar os fatores sociodemográficos e de estilo de vida associados à ingestão de frutas e o teste de Mann-Whitney, para avaliar as diferenças entre consumo de frutas, energia, macro e micronutrientes. RESULTADOS: Mais da metade dos idosos (58%) consumiu três ou mais frutas diariamente. A ingestão de frutas apresentou associação positiva com gênero feminino (OR = 2,00; IC95% 1,02 – 3,91; p = 0,04) e morar sozinho (OR = 1,86; IC95% 1,04 – 3,30; p = 0,03) e negativa com desnutrição (OR = 0,36; IC95% 0,17 – 0,76; p = 0,01). Entre os idosos que apresentaram consumo adequado de frutas foi observada uma maior ingestão de fibras (p = 0,03), vitamina A (p < 0,01), vitamina C (p < 0,01), potássio (p < 0,01) e magnésio (p < 0,01), porém, o consumo energético e de macronutrientes não teve associação estatisticamente significante (p > 0,05). CONCLUSÃO: O consumo de frutas foi influenciado por fatores sociodemográficos e estado nutricional, impactando no maior consumo de fibras, vitamina A e C, minerais como potássio e magnésio. Políticas públicas que incrementassem o consumo de frutas por idosos poderiam impactar na saúde e qualidade de vida dos idosos. 2016 artículo científico 2447-2115 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=739780696002 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=7397 Geriatrics, Gerontology and Aging application/pdf Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia Geriatrics, Gerontology and Aging (Brasil) Num.2 Vol.10
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Multidisciplinaria (Ciencias Naturales y Exactas)
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Avaliação do consumo de frutas por idosos de São Caetano do Sul, São Paulo, Brasil Mayara Vieira Secafim Ágatha Nogueira Previdelli Karina Maffei Marques Marcela Previato do Nascimento Ferreira Tatiana Império de Freitas Rita Maria Monteiro Goulart Rita de Cássia de Aquino Multidisciplinaria (Ciencias Naturales y Exactas) Frutas nutrientes envelhecimento nutrição do idoso consumo de alimentos OBJETIVO: Avaliar a ingestão de frutas baseada no consumo habitual de idosos. MÉTODOS: Estudo transversal em amostra não probabilística de 295 idosos, provenientes da pesquisa “Avaliação do Consumo Alimentar de Idosos do Município de São Caetano do Sul, São Paulo, Brasil”. A informação sobre a ingestão de frutas foi obtida por um Questionário de Frequência Alimentar previamente validado e o consumo de energia e nutrientes, por dois Recordatórios de 24 horas, avaliados pelo programa Multiple Source Method (MSM). A regressão logística foi aplicada para verificar os fatores sociodemográficos e de estilo de vida associados à ingestão de frutas e o teste de Mann-Whitney, para avaliar as diferenças entre consumo de frutas, energia, macro e micronutrientes. RESULTADOS: Mais da metade dos idosos (58%) consumiu três ou mais frutas diariamente. A ingestão de frutas apresentou associação positiva com gênero feminino (OR = 2,00; IC95% 1,02 – 3,91; p = 0,04) e morar sozinho (OR = 1,86; IC95% 1,04 – 3,30; p = 0,03) e negativa com desnutrição (OR = 0,36; IC95% 0,17 – 0,76; p = 0,01). Entre os idosos que apresentaram consumo adequado de frutas foi observada uma maior ingestão de fibras (p = 0,03), vitamina A (p < 0,01), vitamina C (p < 0,01), potássio (p < 0,01) e magnésio (p < 0,01), porém, o consumo energético e de macronutrientes não teve associação estatisticamente significante (p > 0,05). CONCLUSÃO: O consumo de frutas foi influenciado por fatores sociodemográficos e estado nutricional, impactando no maior consumo de fibras, vitamina A e C, minerais como potássio e magnésio. Políticas públicas que incrementassem o consumo de frutas por idosos poderiam impactar na saúde e qualidade de vida dos idosos. 2016 artículo científico 2447-2115 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=739780696002 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=7397 Geriatrics, Gerontology and Aging application/pdf Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia Geriatrics, Gerontology and Aging (Brasil) Num.2 Vol.10
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