ASSOCIAÇÃO ENTRE AUTOAVALIAÇÃO DE SAÚDE E INDICADORES DE CAPACIDADE FUNCIONAL

Fuente: Redalyc
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1. Verfasser: Josiana Maria Moreira Martinez Belmonte
Format: Artículo científico
Sprache:pt
Veröffentlicht: Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia 2017
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author Josiana Maria Moreira Martinez Belmonte
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contents ASSOCIAÇÃO ENTRE AUTOAVALIAÇÃO DE SAÚDE E INDICADORES DE CAPACIDADE FUNCIONAL Josiana Maria Moreira Martinez Belmonte Naelly Renata Saraiva Pivetta Samila Sathler Tavares Batistoni Anita Liberalesso Neri Flávia Silva Arbex Borim Multidisciplinaria (Ciencias Naturales y Exactas) idoso prevalência autoavaliação Saúde do idoso atividades cotidianas OBJETIVO: Analisar a autoavaliação de saúde e identificar suas relações com a capacidade funcional e as medidas objetivas de força muscular e mobilidade em amostra idosa residente na comunidade. MÉTODO: Estudo transversal de base populacional com dados provenientes do banco eletrônico do Estudo de Fragilidade em Idosos Brasileiros (Fibra), realizado entre os anos de 2008 e 2009, em que foram recrutados 2.558 idosos da comunidade, residentes na área urbana. A variável dependente foi a autoavaliação de saúde comparada aos pares etários na velhice. As razões de chances, ajustadas pelas variáveis sociodemográficas e de saúde, foram estimadas por meio de regressão logística multinomial. As análises foram conduzidas no programa Stata 14.0. RESULTADOS: A média de idade dos idosos foi de 72,3 anos (DP ± 5,5), e 65,6% eram mulheres. Quando comparados a alguém da mesma idade, 70,2% avaliaram a sua saúde como melhor, 23,4% como igual e 6,4% como pior. Pelo modelo de regressão, verificou-se, no modelo ajustado, diferença estatisticamente significativa em relação à autoavaliação da saúde – sendo pior nos idosos dependentes nas atividades instrumentais (OR = 2,19; IC95% 1,22–3,92) e com menor força de preensão (OR = 0,96; IC95% 0,93–0,99). Avaliar a saúde como melhor apresentou diferença significativa com a velocidade de marcha (OR = 0,88; IC95% 0,81–0,94). CONCLUSÃO: Foram encontradas associações da autoavaliação de saúde e atividades instrumentais de vida diária, velocidade de marcha e força de preensão. Esses resultados reforçam a funcionalidade como um importante indicador de saúde, além de proporcionar a ampliação da abordagem da autoavaliação de saúde incluindo critérios de comparação social. 2017 artículo científico 2447-2115 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=739780701003 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=7397 Geriatrics, Gerontology and Aging application/pdf Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia Geriatrics, Gerontology and Aging (Brasil) Num.2 Vol.11
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Josiana Maria Moreira Martinez Belmonte
Multidisciplinaria (Ciencias Naturales y Exactas)
idoso
prevalência
autoavaliação
Saúde do idoso
atividades cotidianas
ASSOCIAÇÃO ENTRE AUTOAVALIAÇÃO DE SAÚDE E INDICADORES DE CAPACIDADE FUNCIONAL Josiana Maria Moreira Martinez Belmonte Naelly Renata Saraiva Pivetta Samila Sathler Tavares Batistoni Anita Liberalesso Neri Flávia Silva Arbex Borim Multidisciplinaria (Ciencias Naturales y Exactas) idoso prevalência autoavaliação Saúde do idoso atividades cotidianas OBJETIVO: Analisar a autoavaliação de saúde e identificar suas relações com a capacidade funcional e as medidas objetivas de força muscular e mobilidade em amostra idosa residente na comunidade. MÉTODO: Estudo transversal de base populacional com dados provenientes do banco eletrônico do Estudo de Fragilidade em Idosos Brasileiros (Fibra), realizado entre os anos de 2008 e 2009, em que foram recrutados 2.558 idosos da comunidade, residentes na área urbana. A variável dependente foi a autoavaliação de saúde comparada aos pares etários na velhice. As razões de chances, ajustadas pelas variáveis sociodemográficas e de saúde, foram estimadas por meio de regressão logística multinomial. As análises foram conduzidas no programa Stata 14.0. RESULTADOS: A média de idade dos idosos foi de 72,3 anos (DP ± 5,5), e 65,6% eram mulheres. Quando comparados a alguém da mesma idade, 70,2% avaliaram a sua saúde como melhor, 23,4% como igual e 6,4% como pior. Pelo modelo de regressão, verificou-se, no modelo ajustado, diferença estatisticamente significativa em relação à autoavaliação da saúde – sendo pior nos idosos dependentes nas atividades instrumentais (OR = 2,19; IC95% 1,22–3,92) e com menor força de preensão (OR = 0,96; IC95% 0,93–0,99). Avaliar a saúde como melhor apresentou diferença significativa com a velocidade de marcha (OR = 0,88; IC95% 0,81–0,94). CONCLUSÃO: Foram encontradas associações da autoavaliação de saúde e atividades instrumentais de vida diária, velocidade de marcha e força de preensão. Esses resultados reforçam a funcionalidade como um importante indicador de saúde, além de proporcionar a ampliação da abordagem da autoavaliação de saúde incluindo critérios de comparação social. 2017 artículo científico 2447-2115 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=739780701003 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=7397 Geriatrics, Gerontology and Aging application/pdf Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia Geriatrics, Gerontology and Aging (Brasil) Num.2 Vol.11
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Saúde do idoso
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