IMPACTO CLÍNICO, SOCIOECONÔMICO E DA AUTOPERCEPÇÃO DE SAÚDE NA FUNCIONALIDADE DE IDOSOS

Fuente: Redalyc
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Autor principal: Josemara de Paula Rocha
Formato: Artículo científico
Lenguaje:pt
Publicado: Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia 2017
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author Josemara de Paula Rocha
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contents IMPACTO CLÍNICO, SOCIOECONÔMICO E DA AUTOPERCEPÇÃO DE SAÚDE NA FUNCIONALIDADE DE IDOSOS Josemara de Paula Rocha Gabriela Guimarães Oliveira Jéssika Cefrin Dantas Neris Antônio Miguel Gonçalves Bós Ângelo José Gonçalves Bós Multidisciplinaria (Ciencias Naturales y Exactas) longevidade Saúde pública condições de saúde atividades diárias indicadores de saúde OBJETIVOS: Verificar fatores determinantes dos níveis de funcionalidade em idosos brasileiros. MÉTODO: Análise secundária da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), de 2013, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A relação entre os níveis de funcionalidade e as características sociodemográficas e clínicas foi testada pela regressão linear, ajustada pela autopercepção de saúde (APS), por meio do programa Epi Info™, versão 7.2.1, aceitando p < 0,05. A funcionalidade foi avaliada por meio de um escore de funcionalidade desenvolvido a partir das questões da PNS. RESULTADOS: As análises univariadas revelavam que, exceto a raça, todas as variáveis socioeconômicas e clínicas tinham relação significativa com a facilidade em atividades básicas (ABVD) e instrumentais (AIVD) de vida diária. Nas análises de regressão linear múltiplas, as variáveis mais significativas foram idade, APS, acidente vascular cerebral (AVC) e doença mental (p < 0,001). A APS explicou significativamente as diferenças nos níveis de AIVD (5,1%, p < 0,01) e ABVD (3,4%, p < 0,01) mesmo controlando-se a análise pelas outras variáveis. O AVC e a doença mental foram relacionados com menores escores de funcionalidade, tanto em AIVD (respectivamente, 20,5%, p < 0,01 e 19,1%, p < 0,01) quanto ABVD (respectivamente, 13,5%, p < 0,01 e 7,6%, p < 0,01). CONCLUSÃO: Os níveis de funcionalidade dos idosos puderam ser explicados tanto por fatores constitucionais (idade), quanto por variáveis modificáveis (AVC, doença mental e autopercepção de saúde), muitos dos quais ainda com grande impacto na morbimortalidade brasileira. O destaque da APS sugere que ela pode ser um indicador da qualidade do acompanhamento de saúde dos idosos brasileiros. 2017 artículo científico 2447-2115 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=739780702007 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=7397 Geriatrics, Gerontology and Aging application/pdf Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia Geriatrics, Gerontology and Aging (Brasil) Num.3 Vol.11
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Josemara de Paula Rocha
Multidisciplinaria (Ciencias Naturales y Exactas)
longevidade
Saúde pública
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atividades diárias
indicadores de saúde
IMPACTO CLÍNICO, SOCIOECONÔMICO E DA AUTOPERCEPÇÃO DE SAÚDE NA FUNCIONALIDADE DE IDOSOS Josemara de Paula Rocha Gabriela Guimarães Oliveira Jéssika Cefrin Dantas Neris Antônio Miguel Gonçalves Bós Ângelo José Gonçalves Bós Multidisciplinaria (Ciencias Naturales y Exactas) longevidade Saúde pública condições de saúde atividades diárias indicadores de saúde OBJETIVOS: Verificar fatores determinantes dos níveis de funcionalidade em idosos brasileiros. MÉTODO: Análise secundária da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), de 2013, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A relação entre os níveis de funcionalidade e as características sociodemográficas e clínicas foi testada pela regressão linear, ajustada pela autopercepção de saúde (APS), por meio do programa Epi Info™, versão 7.2.1, aceitando p < 0,05. A funcionalidade foi avaliada por meio de um escore de funcionalidade desenvolvido a partir das questões da PNS. RESULTADOS: As análises univariadas revelavam que, exceto a raça, todas as variáveis socioeconômicas e clínicas tinham relação significativa com a facilidade em atividades básicas (ABVD) e instrumentais (AIVD) de vida diária. Nas análises de regressão linear múltiplas, as variáveis mais significativas foram idade, APS, acidente vascular cerebral (AVC) e doença mental (p < 0,001). A APS explicou significativamente as diferenças nos níveis de AIVD (5,1%, p < 0,01) e ABVD (3,4%, p < 0,01) mesmo controlando-se a análise pelas outras variáveis. O AVC e a doença mental foram relacionados com menores escores de funcionalidade, tanto em AIVD (respectivamente, 20,5%, p < 0,01 e 19,1%, p < 0,01) quanto ABVD (respectivamente, 13,5%, p < 0,01 e 7,6%, p < 0,01). CONCLUSÃO: Os níveis de funcionalidade dos idosos puderam ser explicados tanto por fatores constitucionais (idade), quanto por variáveis modificáveis (AVC, doença mental e autopercepção de saúde), muitos dos quais ainda com grande impacto na morbimortalidade brasileira. O destaque da APS sugere que ela pode ser um indicador da qualidade do acompanhamento de saúde dos idosos brasileiros. 2017 artículo científico 2447-2115 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=739780702007 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=7397 Geriatrics, Gerontology and Aging application/pdf Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia Geriatrics, Gerontology and Aging (Brasil) Num.3 Vol.11
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