PREVALÊNCIA E TRANSIÇÃO PARA A FRAGILIDADE EM IDOSOS COM ALTERAÇÃO COGNITIVA EM UMA COORTE DE UM ANO

Fuente: Redalyc
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Auteur principal: Mariana Asmar Alenca
Format: Artículo científico
Langue:pt
Publié: Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia 2018
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author Mariana Asmar Alenca
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contents PREVALÊNCIA E TRANSIÇÃO PARA A FRAGILIDADE EM IDOSOS COM ALTERAÇÃO COGNITIVA EM UMA COORTE DE UM ANO Mariana Asmar Alenca Aldalan Cunha de Oliveir Luisa Costa Figueiredo João Marcos Domingues Dias Rosângela Corrêa Dias Multidisciplinaria (Ciencias Naturales y Exactas) Idoso fragilidade mortalidade disfunção cognitiva Alteração cognitiva e fragilidade são frequentemente encontradas em idosos e parece haver uma relação entre elas. Entretanto, pouco se sabe sobre a prevalência e a transição para a fragilidade nos idosos com alteração cognitiva, principalmente para a população brasileira. O objetivo do estudo foi avaliar a prevalência e a transição entre os estados de fragilidade em um grupo de idosos com alteração cognitiva em uma coorte prospectiva de um ano. Neste estudo de coorte foram avaliados 59 idosos comunitários com alteração cognitiva (≥ 65 anos). O indivíduo frágil foi identificado por apresentar pelo menos três dos seguintes critérios: perda de peso não intencional, fraqueza da força de preensão palmar, exaustão, lentidão na marcha e baixo nível de atividade física. Quando o indivíduo apresentou um ou dois critérios, foi considerado pré-frágil; quando não apresentou nenhum critério, foi considerado não frágil. A função cognitiva foi avaliada pelo Mini Exame do Estado Mental e a gravidade, pela Clinical Dementia Rating Scale. Do total de 59 idosos avaliados na linha de base, 28 (47,5%) eram frágeis, a mesma quantidade era de pré-frágeis e apenas 3 idosos eram não frágeis. Em 12 meses, verificou-se uma transição para fragilidade de 33,3%. Este estudo mostrou que a prevalência de fragilidade é alta entre os idosos com alteração cognitiva e, em um período de 12 meses, novos casos de fragilidade ocorreram entre os idosos com alteração cognitiva. Entretanto, mais estudos são necessários para investigar com melhor precisão uma relação existente entre o declínio cognitivo e a fragilidade. 2018 artículo científico 2447-2115 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=739780707010 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=7397 Geriatrics, Gerontology and Aging application/pdf Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia Geriatrics, Gerontology and Aging (Brasil) Num.2 Vol.12
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publishDate 2018
publisher Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia
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Mariana Asmar Alenca
Multidisciplinaria (Ciencias Naturales y Exactas)
Idoso
fragilidade
mortalidade
disfunção cognitiva
PREVALÊNCIA E TRANSIÇÃO PARA A FRAGILIDADE EM IDOSOS COM ALTERAÇÃO COGNITIVA EM UMA COORTE DE UM ANO Mariana Asmar Alenca Aldalan Cunha de Oliveir Luisa Costa Figueiredo João Marcos Domingues Dias Rosângela Corrêa Dias Multidisciplinaria (Ciencias Naturales y Exactas) Idoso fragilidade mortalidade disfunção cognitiva Alteração cognitiva e fragilidade são frequentemente encontradas em idosos e parece haver uma relação entre elas. Entretanto, pouco se sabe sobre a prevalência e a transição para a fragilidade nos idosos com alteração cognitiva, principalmente para a população brasileira. O objetivo do estudo foi avaliar a prevalência e a transição entre os estados de fragilidade em um grupo de idosos com alteração cognitiva em uma coorte prospectiva de um ano. Neste estudo de coorte foram avaliados 59 idosos comunitários com alteração cognitiva (≥ 65 anos). O indivíduo frágil foi identificado por apresentar pelo menos três dos seguintes critérios: perda de peso não intencional, fraqueza da força de preensão palmar, exaustão, lentidão na marcha e baixo nível de atividade física. Quando o indivíduo apresentou um ou dois critérios, foi considerado pré-frágil; quando não apresentou nenhum critério, foi considerado não frágil. A função cognitiva foi avaliada pelo Mini Exame do Estado Mental e a gravidade, pela Clinical Dementia Rating Scale. Do total de 59 idosos avaliados na linha de base, 28 (47,5%) eram frágeis, a mesma quantidade era de pré-frágeis e apenas 3 idosos eram não frágeis. Em 12 meses, verificou-se uma transição para fragilidade de 33,3%. Este estudo mostrou que a prevalência de fragilidade é alta entre os idosos com alteração cognitiva e, em um período de 12 meses, novos casos de fragilidade ocorreram entre os idosos com alteração cognitiva. Entretanto, mais estudos são necessários para investigar com melhor precisão uma relação existente entre o declínio cognitivo e a fragilidade. 2018 artículo científico 2447-2115 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=739780707010 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=7397 Geriatrics, Gerontology and Aging application/pdf Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia Geriatrics, Gerontology and Aging (Brasil) Num.2 Vol.12
title PREVALÊNCIA E TRANSIÇÃO PARA A FRAGILIDADE EM IDOSOS COM ALTERAÇÃO COGNITIVA EM UMA COORTE DE UM ANO
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Idoso
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mortalidade
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