Prevalência da polifarmácia quantitativa e qualitativa em idosos com demência de alzheimer

Fuente: Redalyc
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Main Author: Patrícia Medeiros de Souza
Format: Artículo científico
Language:pt
Published: Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia 2018
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author Patrícia Medeiros de Souza
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contents Prevalência da polifarmácia quantitativa e qualitativa em idosos com demência de alzheimer Patrícia Medeiros de Souza Liana Tieko Evangelista Kusano Leopoldo Luiz dos Santos Neto Multidisciplinaria (Ciencias Naturales y Exactas) Idoso Idoso Idoso saúde do idoso saúde do idoso INTRODUÇÃO: A polifarmácia pode ser classificada como quantitativa e qualitativa. Entre os conceitos para a quantitativa, está a utilização de dois ou mais medicamentos. Por sua vez, a polifarmácia qualitativa considera a racionalização da terapia farmacológica. OBJETIVOS: Com base nos dois conceitos apresentados, este estudo objetivou avaliar a prevalência da polifarmácia em idosos com demência e correlacioná-la às características socioclínicas, demográficas e farmacológicas. MÉTODOS: Foi realizado um estudo transversal em um centro de referência em demência no Distrito Federal, incluindo 97 idosos com diagnóstico de demência de Alzheimer. Foram identificadas as prevalências da polifarmácia quantitativa e da qualitativa, e, valendo-se da análise univariada, correlacionou-se a presença de polifarmácia às características da população. A estatística descritiva foi calculada para todas as variáveis, as dependentes e as independentes. A correlação entre as variáveis secundárias e a polifarmácia foi determinada pela razão de prevalências. Para a análise univariada, utilizaram-se os seguintes testes estatísticos: χ2 de Pearson, Kruskal-Wallis e Wilcoxon-Mann-Whitney (WMW). RESULTADOS: A prevalência da polifarmácia quantitativa foi de 92,8%, sendo 37,2% leve, 25,8% moderada e 29,8% grave, e a da qualitativa foi de 49,5%. Analisando-se os dados, as características socioclínicas e demográficas não estiveram associadas nem com a polifarmácia quantitativa nem com a qualitativa. CONCLUSÃO: A polifarmácia quantitativa e a qualitativa foram prevalentes entre os idosos com demência. O atendimento ambulatorial multiprofissional aos idosos mediante a metodologia de identificação e qualificação das polifarmácias quantitativa e qualitativa parece ser uma ferramenta útil para promover o uso racional de medicamentos. 2018 artículo científico 2447-2115 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=739780741004 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=7397 Geriatrics, Gerontology and Aging application/pdf Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia Geriatrics, Gerontology and Aging (Brasil) Num.3 Vol.12
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Patrícia Medeiros de Souza
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Idoso
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Prevalência da polifarmácia quantitativa e qualitativa em idosos com demência de alzheimer Patrícia Medeiros de Souza Liana Tieko Evangelista Kusano Leopoldo Luiz dos Santos Neto Multidisciplinaria (Ciencias Naturales y Exactas) Idoso Idoso Idoso saúde do idoso saúde do idoso INTRODUÇÃO: A polifarmácia pode ser classificada como quantitativa e qualitativa. Entre os conceitos para a quantitativa, está a utilização de dois ou mais medicamentos. Por sua vez, a polifarmácia qualitativa considera a racionalização da terapia farmacológica. OBJETIVOS: Com base nos dois conceitos apresentados, este estudo objetivou avaliar a prevalência da polifarmácia em idosos com demência e correlacioná-la às características socioclínicas, demográficas e farmacológicas. MÉTODOS: Foi realizado um estudo transversal em um centro de referência em demência no Distrito Federal, incluindo 97 idosos com diagnóstico de demência de Alzheimer. Foram identificadas as prevalências da polifarmácia quantitativa e da qualitativa, e, valendo-se da análise univariada, correlacionou-se a presença de polifarmácia às características da população. A estatística descritiva foi calculada para todas as variáveis, as dependentes e as independentes. A correlação entre as variáveis secundárias e a polifarmácia foi determinada pela razão de prevalências. Para a análise univariada, utilizaram-se os seguintes testes estatísticos: χ2 de Pearson, Kruskal-Wallis e Wilcoxon-Mann-Whitney (WMW). RESULTADOS: A prevalência da polifarmácia quantitativa foi de 92,8%, sendo 37,2% leve, 25,8% moderada e 29,8% grave, e a da qualitativa foi de 49,5%. Analisando-se os dados, as características socioclínicas e demográficas não estiveram associadas nem com a polifarmácia quantitativa nem com a qualitativa. CONCLUSÃO: A polifarmácia quantitativa e a qualitativa foram prevalentes entre os idosos com demência. O atendimento ambulatorial multiprofissional aos idosos mediante a metodologia de identificação e qualificação das polifarmácias quantitativa e qualitativa parece ser uma ferramenta útil para promover o uso racional de medicamentos. 2018 artículo científico 2447-2115 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=739780741004 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=7397 Geriatrics, Gerontology and Aging application/pdf Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia Geriatrics, Gerontology and Aging (Brasil) Num.3 Vol.12
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