MAIOR RISCO DE DELIRIUM NO PÓS-OPERATÓRIO ESTÁ ASSOCIADO À IDADE AVANÇADA, ANEMIA E BAIXA RESERVA COGNITIVA

Fuente: Redalyc
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Main Author: Genolívia Viana Quarto
Format: Artículo científico
Language:pt
Published: Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia 2019
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author Genolívia Viana Quarto
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contents MAIOR RISCO DE DELIRIUM NO PÓS-OPERATÓRIO ESTÁ ASSOCIADO À IDADE AVANÇADA, ANEMIA E BAIXA RESERVA COGNITIVA Genolívia Viana Quarto Lívia Auriemma Mayne Santiago Brandão Nicole Souza Henriques Thiago Lobato Sordine Livia Terezinha Devens Renato Lírio Morelato Multidisciplinaria (Ciencias Naturales y Exactas) Delirium operatório período pós saúde do idoso Delirium é uma mudança aguda na cognição e atenção, comum no período pós-operatório em pessoas idosas, associada ao aumento de custos e à permanência hospitalar. OBJETIVO: Avaliar frequência, fatores de risco e influência no período de permanência hospitalar de delirium pós-operatório em pacientes idosos submetidos a cirurgias não cardíacas eletivas. MÉTODO: Estudo do tipo transversal, observacional, de pessoas idosas (65 anos de idade ou mais), internadas para realização de cirurgia eletiva não cardíaca. Durante o período pré-operatório imediato (24 horas) foram avaliados os fatores de risco: idade, gênero, cognição (MiniCog), funcionalidade (Katz e time up and go), fármacos e aspectos clínicos. O delirium, no pós-operatório imediato (até 72 horas), foi avaliado através do Confusion Assesment Method (CAM). RESULTADOS: Oitenta e três pacientes foram incluídos na pesquisa, sendo 44,6% (n = 37) de cirurgia ortopédica, 42,16% (n = 35) de cirurgia geral e 13,3% (n = 11) de cirurgia urológica. Predominou o sexo masculino (53%), com idade média de 73 anos (65 a 94) anos. Na amostra de pacientes, 9,6% (n = 8) apresentaram delirium pós-operatório: 6% do tipo hiperativo (n = 5), 2,4% do tipo hipoativo (n = 2) e 1,2% do tipo misto (n = 1). Eram mais idosos (p = 0,02), com maior declínio cognitivo (p = 0,01), anemia (p = 0,04) e prolongamento na permanência hospitalar (p = 0,001). CONCLUSÃO: O delirium pós-operatório foi observado com maior frequência nos pacientes mais idosos, portadores de declínio cognitivo e anemia, com influência no período de hospitalização, demonstrando a importância de uma avaliação preventiva mais abrangente no período pré-operatório. 2019 artículo científico 2447-2115 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=739780743006 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=7397 Geriatrics, Gerontology and Aging application/pdf Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia Geriatrics, Gerontology and Aging (Brasil) Num.1 Vol.13
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Multidisciplinaria (Ciencias Naturales y Exactas)
Delirium
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MAIOR RISCO DE DELIRIUM NO PÓS-OPERATÓRIO ESTÁ ASSOCIADO À IDADE AVANÇADA, ANEMIA E BAIXA RESERVA COGNITIVA Genolívia Viana Quarto Lívia Auriemma Mayne Santiago Brandão Nicole Souza Henriques Thiago Lobato Sordine Livia Terezinha Devens Renato Lírio Morelato Multidisciplinaria (Ciencias Naturales y Exactas) Delirium operatório período pós saúde do idoso Delirium é uma mudança aguda na cognição e atenção, comum no período pós-operatório em pessoas idosas, associada ao aumento de custos e à permanência hospitalar. OBJETIVO: Avaliar frequência, fatores de risco e influência no período de permanência hospitalar de delirium pós-operatório em pacientes idosos submetidos a cirurgias não cardíacas eletivas. MÉTODO: Estudo do tipo transversal, observacional, de pessoas idosas (65 anos de idade ou mais), internadas para realização de cirurgia eletiva não cardíaca. Durante o período pré-operatório imediato (24 horas) foram avaliados os fatores de risco: idade, gênero, cognição (MiniCog), funcionalidade (Katz e time up and go), fármacos e aspectos clínicos. O delirium, no pós-operatório imediato (até 72 horas), foi avaliado através do Confusion Assesment Method (CAM). RESULTADOS: Oitenta e três pacientes foram incluídos na pesquisa, sendo 44,6% (n = 37) de cirurgia ortopédica, 42,16% (n = 35) de cirurgia geral e 13,3% (n = 11) de cirurgia urológica. Predominou o sexo masculino (53%), com idade média de 73 anos (65 a 94) anos. Na amostra de pacientes, 9,6% (n = 8) apresentaram delirium pós-operatório: 6% do tipo hiperativo (n = 5), 2,4% do tipo hipoativo (n = 2) e 1,2% do tipo misto (n = 1). Eram mais idosos (p = 0,02), com maior declínio cognitivo (p = 0,01), anemia (p = 0,04) e prolongamento na permanência hospitalar (p = 0,001). CONCLUSÃO: O delirium pós-operatório foi observado com maior frequência nos pacientes mais idosos, portadores de declínio cognitivo e anemia, com influência no período de hospitalização, demonstrando a importância de uma avaliação preventiva mais abrangente no período pré-operatório. 2019 artículo científico 2447-2115 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=739780743006 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=7397 Geriatrics, Gerontology and Aging application/pdf Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia Geriatrics, Gerontology and Aging (Brasil) Num.1 Vol.13
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