PREVALÊNCIA E FATORES ASSOCIADOSÀ SÍNDROME DA FRAGILIDADE NOIDOSO DO DISTRITO FEDERAL

Fuente: Redalyc
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Auteur principal: Hudson Azevedo Pinheiroa
Format: Artículo científico
Langue:en
Publié: Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia 2020
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author Hudson Azevedo Pinheiroa
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contents PREVALÊNCIA E FATORES ASSOCIADOSÀ SÍNDROME DA FRAGILIDADE NOIDOSO DO DISTRITO FEDERAL Hudson Azevedo Pinheiroa Adriana de Almeida Mucio Larissa de Freitas Oliveira Multidisciplinaria (Ciencias Naturales y Exactas) idoso prevalência fatores de risco síndrome da fragilidade A síndrome da fragilidade no idoso (SFI) tem sido reconhecida como uma condição de vulnerabilidade fisiológica associada ao envelhecimento, resultante de uma reserva homeostática reduzida e da dificuldade do organismo em responder adequadamente ao estresse, característica altamente preditiva de uma variedade de desfechos clínicos adversos associados, que incluem declínio funcional, institucionalização e mortalidade. OBJETIVO: Identificar a prevalência e os fatores associados à SFI em população assistida por uma unidade ambulatorial de atenção secundária em centro especializado de atendimento em geriatria e gerontologia do Distrito Federal. MÉTODOS: Trata-se de um estudo observacional, descritivo, transversal e analítico realizado com idosos atendidos no centro especializado em geriatria e gerontologia da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES/DF). Na avaliação dos idosos, foram coletados dados para identificação do perfil, capacidade funcional, informações referentes às multimorbidades e desfechos clínicos, como quedas. Os idosos também foram classificados na SFI pelos critérios de Fried. Para a análise estatística, utilizaram-se o teste de χ2 e a regressão de Poisson. RESULTADOS: No presente estudo, 24% da amostra total foi considerada frágil, 32,9% pré-frágil e 42,1% não frágil. Com relação aos aspectos sociodemográficos, houve associação de fragilidade com maior faixa etária e menor nível educacional. Diabetes, hipertensão arterial sistêmica, incontinência urinária, polifarmácia, depressão, quedas e alteração cognitiva tiveram associação com maior risco de fragilidade. CONCLUSÃO: Mediante os resultados obtidos, será possível definir medidas e estratégias para prevenção de morbimortalidade e proporcionar melhor qualidade de vida para os idosos. 2020 artículo científico 2447-2115 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=739780747006 en http://www.redalyc.org/revista.oa?id=7397 Geriatrics, Gerontology and Aging application/pdf Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia Geriatrics, Gerontology and Aging (Brasil) Num.1 Vol.14
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Hudson Azevedo Pinheiroa
Multidisciplinaria (Ciencias Naturales y Exactas)
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PREVALÊNCIA E FATORES ASSOCIADOSÀ SÍNDROME DA FRAGILIDADE NOIDOSO DO DISTRITO FEDERAL Hudson Azevedo Pinheiroa Adriana de Almeida Mucio Larissa de Freitas Oliveira Multidisciplinaria (Ciencias Naturales y Exactas) idoso prevalência fatores de risco síndrome da fragilidade A síndrome da fragilidade no idoso (SFI) tem sido reconhecida como uma condição de vulnerabilidade fisiológica associada ao envelhecimento, resultante de uma reserva homeostática reduzida e da dificuldade do organismo em responder adequadamente ao estresse, característica altamente preditiva de uma variedade de desfechos clínicos adversos associados, que incluem declínio funcional, institucionalização e mortalidade. OBJETIVO: Identificar a prevalência e os fatores associados à SFI em população assistida por uma unidade ambulatorial de atenção secundária em centro especializado de atendimento em geriatria e gerontologia do Distrito Federal. MÉTODOS: Trata-se de um estudo observacional, descritivo, transversal e analítico realizado com idosos atendidos no centro especializado em geriatria e gerontologia da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES/DF). Na avaliação dos idosos, foram coletados dados para identificação do perfil, capacidade funcional, informações referentes às multimorbidades e desfechos clínicos, como quedas. Os idosos também foram classificados na SFI pelos critérios de Fried. Para a análise estatística, utilizaram-se o teste de χ2 e a regressão de Poisson. RESULTADOS: No presente estudo, 24% da amostra total foi considerada frágil, 32,9% pré-frágil e 42,1% não frágil. Com relação aos aspectos sociodemográficos, houve associação de fragilidade com maior faixa etária e menor nível educacional. Diabetes, hipertensão arterial sistêmica, incontinência urinária, polifarmácia, depressão, quedas e alteração cognitiva tiveram associação com maior risco de fragilidade. CONCLUSÃO: Mediante os resultados obtidos, será possível definir medidas e estratégias para prevenção de morbimortalidade e proporcionar melhor qualidade de vida para os idosos. 2020 artículo científico 2447-2115 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=739780747006 en http://www.redalyc.org/revista.oa?id=7397 Geriatrics, Gerontology and Aging application/pdf Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia Geriatrics, Gerontology and Aging (Brasil) Num.1 Vol.14
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