PERCEPÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA E CONDIÇÃO DE FRAGILIDADE ENTRE IDOSOS COM DIFERENTES SITUAÇÕES DE MORADIA

Fuente: Redalyc
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Autor principal: Vanessa Clivelaro Bertassi Panes
Formato: Artículo científico
Lenguaje:pt
Publicado: Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia 2020
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author Vanessa Clivelaro Bertassi Panes
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contents PERCEPÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA E CONDIÇÃO DE FRAGILIDADE ENTRE IDOSOS COM DIFERENTES SITUAÇÕES DE MORADIA Vanessa Clivelaro Bertassi Panes Magali de Lourdes Caldana Maria José Sanches Marin Patrícia Ribeiro Mattar Damiance Patrick Alexander Wachholz Multidisciplinaria (Ciencias Naturales y Exactas) Idoso fragilidade qualidade de vida OBJETIVO: Analisar a percepção de qualidade de vida de idosos residentes na comunidade e em residenciais de cuidados de longa permanência, correlacionando-a com a presença de fragilidade. METODOLOGIA: Trata-se de um estudo quantitativo e analítico do tipo transversal, no qual foram entrevistados 136 idosos, dos quais metade era residente na comunidade e a outra metade vivia em residenciais de cuidados de longa permanência. Utilizaram-se a escala de fragilidade de Edmonton para identificar fragilidade e os questionários World Health Organization Quality of Life – Bref e World Health Organization Quality of Life Assessment for Old Adults para mensurar qualidade de vida. Foram empregados o teste de análise de variância e a correlação de Pearson para análise intragrupos. RESULTADOS: Observou-se um maior número de idosos frágeis vivendo em residenciais de cuidados de longa permanência. A percepção de qualidade de vida foi melhor entre os residentes na comunidade, nos dois questionários, com destaque para os domínios relações sociais, meio ambiente e morte e morrer. O domínio autonomia apresentou a pior percepção, sobretudo entre os idosos que moravam em residenciais de longa permanência. Entre os idosos com fragilidade, estão as piores percepções de qualidade de vida na maioria dos domínios. CONCLUSÃO: A ausência de fragilidade favorece a melhor percepção dos domínios de qualidade de vida, bem como residir na comunidade. Pode-se, então, perceber que são os idosos residentes na comunidade os que se mantêm mais hígidos. 2020 artículo científico 2447-2115 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=739780750004 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=7397 Geriatrics, Gerontology and Aging application/pdf Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia Geriatrics, Gerontology and Aging (Brasil) Num.4 Vol.14
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Vanessa Clivelaro Bertassi Panes
Multidisciplinaria (Ciencias Naturales y Exactas)
Idoso
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qualidade de vida
PERCEPÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA E CONDIÇÃO DE FRAGILIDADE ENTRE IDOSOS COM DIFERENTES SITUAÇÕES DE MORADIA Vanessa Clivelaro Bertassi Panes Magali de Lourdes Caldana Maria José Sanches Marin Patrícia Ribeiro Mattar Damiance Patrick Alexander Wachholz Multidisciplinaria (Ciencias Naturales y Exactas) Idoso fragilidade qualidade de vida OBJETIVO: Analisar a percepção de qualidade de vida de idosos residentes na comunidade e em residenciais de cuidados de longa permanência, correlacionando-a com a presença de fragilidade. METODOLOGIA: Trata-se de um estudo quantitativo e analítico do tipo transversal, no qual foram entrevistados 136 idosos, dos quais metade era residente na comunidade e a outra metade vivia em residenciais de cuidados de longa permanência. Utilizaram-se a escala de fragilidade de Edmonton para identificar fragilidade e os questionários World Health Organization Quality of Life – Bref e World Health Organization Quality of Life Assessment for Old Adults para mensurar qualidade de vida. Foram empregados o teste de análise de variância e a correlação de Pearson para análise intragrupos. RESULTADOS: Observou-se um maior número de idosos frágeis vivendo em residenciais de cuidados de longa permanência. A percepção de qualidade de vida foi melhor entre os residentes na comunidade, nos dois questionários, com destaque para os domínios relações sociais, meio ambiente e morte e morrer. O domínio autonomia apresentou a pior percepção, sobretudo entre os idosos que moravam em residenciais de longa permanência. Entre os idosos com fragilidade, estão as piores percepções de qualidade de vida na maioria dos domínios. CONCLUSÃO: A ausência de fragilidade favorece a melhor percepção dos domínios de qualidade de vida, bem como residir na comunidade. Pode-se, então, perceber que são os idosos residentes na comunidade os que se mantêm mais hígidos. 2020 artículo científico 2447-2115 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=739780750004 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=7397 Geriatrics, Gerontology and Aging application/pdf Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia Geriatrics, Gerontology and Aging (Brasil) Num.4 Vol.14
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