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Main Author: Liliane de Faria Marcon
Format: Artículo científico
Language:pt
Published: Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia 2021
Subjects:
Online Access:https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=739780782021
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author Liliane de Faria Marcon
author_facet Liliane de Faria Marcon
contents RELAÇÃO ENTRE FORÇA MUSCULAR RESPIRATÓRIA E DE PREENSÃO PALMAR EM IDOSOS INSTITUCIONALIZADOS E DA COMUNIDADE Liliane de Faria Marcon Ruth Caldeira de Melo Francisco Luciano Pontes Júnior Multidisciplinaria (Ciencias Naturales y Exactas) idoso força muscular Músculos respiratórios OBJETIVO: Avaliar a relação entre força muscular respiratória e força de preensão palmar em idosos institucionalizados e da comunidade. METODOLOGIA: Caracteriza-se por um estudo transversal com 64 voluntários, sendo 33 institucionalizados e 31 da comunidade. Avaliou-se a pressão inspiratória máxima, pressão expiratória máxima, pico de fluxo expiratório, força de preensão palmar, dados antropométricos e nível de atividade física. Os dados foram submetidos a uma análise descritiva, teste de correlação de Pearson e análise de regressão linear. RESULTADOS: No grupo de institucionalizados, não houve correlação entre as variáveis respiratórias e as de força de preensão palmar, porém o preditor respiratório mais fortemente associado à força de preensão palmar foi a pressão expiratória máxima (p = 0,04). No grupo da comunidade, verificou-se correlação entre pressão inspiratória máxima e força de preensão palmar (r = 0,54), pressão expiratória máxima e força de preensão palmar (r = 0,62), pico de fluxo expiratório e força de preensão palmar (r = 0,64), e o preditor respiratório mais fortemente associado à força de preensão palmar foi pico de fluxo expiratório e pressão expiratória máxima (p < 0,05). Na análise conjunta dos grupos, verificou-se associação entre pressão inspiratória máxima e força de preensão palmar (r = 0,40), pressão expiratória máxima e força de preensão palmar (r = 0,57), pico de fluxo expiratório e força de preensão palmar (r = 0,57), e o preditor respiratório mais fortemente associado à força de preensão palmar foi pico de fluxo expiratório e pressão expiratória máxima (p < 0,05). CONCLUSÕES: Em idosos da comunidade, o pico de fluxo expiratório e a pressão expiratória máxima parecem ser bons preditores da força de preensão palmar, enquanto, em institucionalizados, essa relação parece não se manter possivelmente por conta de maior acentuação de perda da função respiratória. 2021 artículo científico 2447-2115 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=739780782021 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=7397 Geriatrics, Gerontology and Aging application/pdf Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia Geriatrics, Gerontology and Aging (Brasil) Num.1 Vol.15
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Liliane de Faria Marcon
Multidisciplinaria (Ciencias Naturales y Exactas)
idoso
força muscular
Músculos respiratórios
RELAÇÃO ENTRE FORÇA MUSCULAR RESPIRATÓRIA E DE PREENSÃO PALMAR EM IDOSOS INSTITUCIONALIZADOS E DA COMUNIDADE Liliane de Faria Marcon Ruth Caldeira de Melo Francisco Luciano Pontes Júnior Multidisciplinaria (Ciencias Naturales y Exactas) idoso força muscular Músculos respiratórios OBJETIVO: Avaliar a relação entre força muscular respiratória e força de preensão palmar em idosos institucionalizados e da comunidade. METODOLOGIA: Caracteriza-se por um estudo transversal com 64 voluntários, sendo 33 institucionalizados e 31 da comunidade. Avaliou-se a pressão inspiratória máxima, pressão expiratória máxima, pico de fluxo expiratório, força de preensão palmar, dados antropométricos e nível de atividade física. Os dados foram submetidos a uma análise descritiva, teste de correlação de Pearson e análise de regressão linear. RESULTADOS: No grupo de institucionalizados, não houve correlação entre as variáveis respiratórias e as de força de preensão palmar, porém o preditor respiratório mais fortemente associado à força de preensão palmar foi a pressão expiratória máxima (p = 0,04). No grupo da comunidade, verificou-se correlação entre pressão inspiratória máxima e força de preensão palmar (r = 0,54), pressão expiratória máxima e força de preensão palmar (r = 0,62), pico de fluxo expiratório e força de preensão palmar (r = 0,64), e o preditor respiratório mais fortemente associado à força de preensão palmar foi pico de fluxo expiratório e pressão expiratória máxima (p < 0,05). Na análise conjunta dos grupos, verificou-se associação entre pressão inspiratória máxima e força de preensão palmar (r = 0,40), pressão expiratória máxima e força de preensão palmar (r = 0,57), pico de fluxo expiratório e força de preensão palmar (r = 0,57), e o preditor respiratório mais fortemente associado à força de preensão palmar foi pico de fluxo expiratório e pressão expiratória máxima (p < 0,05). CONCLUSÕES: Em idosos da comunidade, o pico de fluxo expiratório e a pressão expiratória máxima parecem ser bons preditores da força de preensão palmar, enquanto, em institucionalizados, essa relação parece não se manter possivelmente por conta de maior acentuação de perda da função respiratória. 2021 artículo científico 2447-2115 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=739780782021 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=7397 Geriatrics, Gerontology and Aging application/pdf Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia Geriatrics, Gerontology and Aging (Brasil) Num.1 Vol.15
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