Abismos do reconhecimento. O legado sociofilosófico de Jean-Jacques Rousseau

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Autore principale: Axel Honneth
Natura: Artículo científico
Lingua:pt
Pubblicazione: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul 2013
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author Axel Honneth
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contents Abismos do reconhecimento. O legado sociofilosófico de Jean-Jacques Rousseau Axel Honneth Sociología Rousseau Amor próprio Reconhecimento Intersubjetividade Interpretação filosófica O texto se ocupa com a questão da interpretação da obra de Jean-Jacques Rousseau, em particular com suas referências sobre a dependência constitutiva em relação aos outros. Vista negativamente na crítica da cultura, mas positivamente nos esboços de um contrato social, o lugar dessa dependência constitutiva da confirmação e estima por parte dos outros está vinculada ao significado dado ao “amor próprio” nos diferentes textos; mas ela abre a possibilidade de interpretar Rousseau como um teórico do reconhecimento. O autor acompanha Rousseau em seu desenvolvimento teórico até o ponto em que ele se tornou consciente das exigências de uma forma sociocontratual, igualitária do reconhecimento mútuo, para depois expor a enorme influência que a ideia bipolar de Rousseau a respeito do reconhecimento social exerceu sobre a teoria social da modernidade: em sua variante negativa, a profunda necessidade dos seres humanos de sobrepujar os respectivos cossujeitos no grau de estima social, reinterpretada por Kant como sendo a força motriz do progresso cultural e social, e em sua variante positiva, o respeito mútuo entre iguais, desenvolvido por Fichte e Hegel na direção de uma teoria do reconhecimento relacionada ao direito e à moralidade. No final, Honneth discute o ceticismo com que Rousseau sempre viu a dependência de outros contida no “amor próprio”, deixando sem solução definitiva a tensão entre a ideia estoica de uma independência pessoal de toda avaliação alheia e a ideia intersubjetivista de uma profunda dependência do outro. (Resumo do editor). 2013 artículo científico 1519-6089 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=74229986011 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=742 Civitas - Revista de Ciências Sociais application/pdf Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Civitas - Revista de Ciências Sociais (Brasil) Num.3 Vol.13
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publishDate 2013
publisher Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
spellingShingle Abismos do reconhecimento. O legado sociofilosófico de Jean-Jacques Rousseau
Axel Honneth
Sociología
Rousseau
Amor próprio
Reconhecimento
Intersubjetividade
Interpretação filosófica
Abismos do reconhecimento. O legado sociofilosófico de Jean-Jacques Rousseau Axel Honneth Sociología Rousseau Amor próprio Reconhecimento Intersubjetividade Interpretação filosófica O texto se ocupa com a questão da interpretação da obra de Jean-Jacques Rousseau, em particular com suas referências sobre a dependência constitutiva em relação aos outros. Vista negativamente na crítica da cultura, mas positivamente nos esboços de um contrato social, o lugar dessa dependência constitutiva da confirmação e estima por parte dos outros está vinculada ao significado dado ao “amor próprio” nos diferentes textos; mas ela abre a possibilidade de interpretar Rousseau como um teórico do reconhecimento. O autor acompanha Rousseau em seu desenvolvimento teórico até o ponto em que ele se tornou consciente das exigências de uma forma sociocontratual, igualitária do reconhecimento mútuo, para depois expor a enorme influência que a ideia bipolar de Rousseau a respeito do reconhecimento social exerceu sobre a teoria social da modernidade: em sua variante negativa, a profunda necessidade dos seres humanos de sobrepujar os respectivos cossujeitos no grau de estima social, reinterpretada por Kant como sendo a força motriz do progresso cultural e social, e em sua variante positiva, o respeito mútuo entre iguais, desenvolvido por Fichte e Hegel na direção de uma teoria do reconhecimento relacionada ao direito e à moralidade. No final, Honneth discute o ceticismo com que Rousseau sempre viu a dependência de outros contida no “amor próprio”, deixando sem solução definitiva a tensão entre a ideia estoica de uma independência pessoal de toda avaliação alheia e a ideia intersubjetivista de uma profunda dependência do outro. (Resumo do editor). 2013 artículo científico 1519-6089 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=74229986011 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=742 Civitas - Revista de Ciências Sociais application/pdf Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Civitas - Revista de Ciências Sociais (Brasil) Num.3 Vol.13
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