Precarização e individualização: em que sociedade vivemos? Reflexões sobre a validade empírica do "discurso sobre a segunda modernidade"
Fuente:
Redalyc
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| Autor principal: | |
|---|---|
| Formato: | Artículo científico |
| Lenguaje: | pt |
| Publicado: |
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
2007
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| Materias: | |
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| _version_ | 1876473035748278272 |
|---|---|
| author | Sarina Ahmed |
| author_facet | Sarina Ahmed |
| contents | Precarização e individualização: em que sociedade vivemos? Reflexões sobre a validade empírica do "discurso sobre a segunda modernidade" Sarina Ahmed Davina Höblich Werner Thole Sociología Estrutura social mobilidade social desigualdade social desestruturação social Fundamentalmente é possível identificar, na discussão sobre os contornos e asconseqüências das dinâmicas do desenvolvimento social, dois diagnósticos sobre adesigualdade social. De um lado se observa uma desestruturação da desigualdadesocial, por outro, e em contradição a ela, uma crescente polarização da sociedade.Mediante o recurso a estudos recentes o presente artigo pergunta criticamente pelaestrutura social da República Federal da Alemanha e por indicadores de uma mudançana estrutura da desigualdade social. Constatações empíricas sobre orientaçõessócio-culturais, aspirações de formação, modos de comportamento no tempo livre epreferências no estilo de vida são reunidas e discutidas em relação a sua dependênciada origem social e em relação a constância e mobilidade sociais. Estes estudosrevelam que, se bem é verdade que tenha havido tendências de desestruturação e demobilidade social, elas não foram claras e generalizadas; por outro lado, tampoucosão claras e generalizadas as tendências a uma reprodução das estruturas de desigualdadeespecíficas de classe. A análise da relação entre situação de classe, bemestarsocial e condições de vida nas áreas satisfação com a vida, qualidade da moradiae dificuldades financeiras apoiam a tese da teoria da modernização sobre oaumento de riscos e situações de dificuldades independentemente da classe. Contudo,os estudos mostram também que são sempre e sobretudo as camadas pobres emrecursos econômicos e sócio-culturais as que pouco participam das opções sociaisde mobilidade. A recomendação formulada com base nestes resultados é um votoem favor do abandono dos enfoques monocausais e unidimensionais nas interpretaçõese na ênfase de relações causais. 2007 artículo científico 1519-6089 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=74270208 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=742 Civitas - Revista de Ciências Sociais application/pdf Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Civitas - Revista de Ciências Sociais (Brasil) Num.2 Vol.7 |
| format | Artículo científico |
| id | redalyc_74270208 |
| institution | Redalyc |
| language | pt |
| publishDate | 2007 |
| publisher | Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul |
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| topic | Sociología Estrutura social mobilidade social desigualdade social desestruturação social |
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