Produção de madeira para celulose em povoamentos de Pinus taeda submetidos a diferentes densidades de plantio e regimes de desbaste: abordagem experimental.

Fuente: Redalyc
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Autore principale: Débora Gaiad
Natura: Artículo científico
Lingua:pt
Pubblicazione: Universidade Federal de Lavras 2004
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author Débora Gaiad
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contents Produção de madeira para celulose em povoamentos de Pinus taeda submetidos a diferentes densidades de plantio e regimes de desbaste: abordagem experimental. Débora Gaiad Luciano B. Schaaf Ana C. Zampier Carlos Roberto Sanquetta Julio Eduardo Arce Alba Valéria Rezende Agrociencias sítio desbaste simulação espaçamento Este artigo avalia estatisticamente o efeito de diferentes regimes de desbaste edensidades de plantio na produção volumétrica de madeira para celulose em povoamentos dePinus taeda. Os dados utilizados para este estudo foram obtidos de um plantio experimentallocalizado no município de Jaguariaíva, Paraná, de propriedade da empresa PISA Florestal.Cinco espaçamentos de plantio foram comparados: 2,5 x 1,2 m; 2,5 x 2,0 m; 2,5 x 2,8 m; 2,5 x3,6 m e 2,5 x 4,4 m. Cinco regimes de desbaste foram confrontados: corte final aos 15 anos,sem desbaste; corte final aos 20 anos, sem desbaste; desbaste sistemático na 6a linha aos 9 anose corte final aos 20 anos; desbastes seletivos por baixo, com redução de 50% do número deárvores aos 9 e 15 anos e corte final aos 20 anos; e desbaste sistemático na 6a linha combinadocom seletivo de 50% aos 9 anos, seletivo de 50% aos 15 anos e corte final aos 20 anos. Oexperimento fatorial foi analisado por meio de ANOVA e pelo teste de Tukey. Os resultadosdemonstraram haver diferenças significativas a 1% entre os espaçamentos e entre os regimesde desbaste, sendo a interação entre ambos também significativa. Evidenciou-se que, para aprodução de madeira para celulose, a realização de plantios com maior densidade inicial(espaçamentos 2,5 x 1,2 ou 2,5 x 2,0 m) é recomendável. Quando da realização de desbastesseletivos, o espaçamento 2,5 x 1,2 m repercutiu em maior produção volumétrica para celulose,não tendo sido percebida diferença com o espaçamento 2,5 x 2,0 quando empregado regimesem desbaste ou com desbaste sistemático apenas. Conclui-se que, num horizonte de 20 anos, aadoção de regimes sem desbaste é mais favorável à produção para celulose em comparação aosregimes com desbastes. Entretanto, não é indicada a antecipação do corte final para 15 anos, oque mostra que a prática de não utilizar desbastes para a produção de madeira para celulose écorreta. A melhor combinação de espaçamento com regime de desbaste foi a do espaçamento2,5 x 1,2 m, sem desbaste e corte final aos 20 anos. Porém, neste regime de manejo, a adoçãodo espaçamento 2,5 x 2,0 m também repercutiu em produção volumétrica para celulosesimilar. Em se optando pelo espaçamento mais denso, não faz diferença adotar o regime semdesbaste com corte final aos 20 anos e realizar um desbaste sistemático aos 9 anos e o cortefinal aos 20. 2004 artículo científico 0104-7760 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=74410202 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=744 CERNE application/pdf Universidade Federal de Lavras CERNE (Brasil) Num.2 Vol.10
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Agrociencias
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Produção de madeira para celulose em povoamentos de Pinus taeda submetidos a diferentes densidades de plantio e regimes de desbaste: abordagem experimental. Débora Gaiad Luciano B. Schaaf Ana C. Zampier Carlos Roberto Sanquetta Julio Eduardo Arce Alba Valéria Rezende Agrociencias sítio desbaste simulação espaçamento Este artigo avalia estatisticamente o efeito de diferentes regimes de desbaste edensidades de plantio na produção volumétrica de madeira para celulose em povoamentos dePinus taeda. Os dados utilizados para este estudo foram obtidos de um plantio experimentallocalizado no município de Jaguariaíva, Paraná, de propriedade da empresa PISA Florestal.Cinco espaçamentos de plantio foram comparados: 2,5 x 1,2 m; 2,5 x 2,0 m; 2,5 x 2,8 m; 2,5 x3,6 m e 2,5 x 4,4 m. Cinco regimes de desbaste foram confrontados: corte final aos 15 anos,sem desbaste; corte final aos 20 anos, sem desbaste; desbaste sistemático na 6a linha aos 9 anose corte final aos 20 anos; desbastes seletivos por baixo, com redução de 50% do número deárvores aos 9 e 15 anos e corte final aos 20 anos; e desbaste sistemático na 6a linha combinadocom seletivo de 50% aos 9 anos, seletivo de 50% aos 15 anos e corte final aos 20 anos. Oexperimento fatorial foi analisado por meio de ANOVA e pelo teste de Tukey. Os resultadosdemonstraram haver diferenças significativas a 1% entre os espaçamentos e entre os regimesde desbaste, sendo a interação entre ambos também significativa. Evidenciou-se que, para aprodução de madeira para celulose, a realização de plantios com maior densidade inicial(espaçamentos 2,5 x 1,2 ou 2,5 x 2,0 m) é recomendável. Quando da realização de desbastesseletivos, o espaçamento 2,5 x 1,2 m repercutiu em maior produção volumétrica para celulose,não tendo sido percebida diferença com o espaçamento 2,5 x 2,0 quando empregado regimesem desbaste ou com desbaste sistemático apenas. Conclui-se que, num horizonte de 20 anos, aadoção de regimes sem desbaste é mais favorável à produção para celulose em comparação aosregimes com desbastes. Entretanto, não é indicada a antecipação do corte final para 15 anos, oque mostra que a prática de não utilizar desbastes para a produção de madeira para celulose écorreta. A melhor combinação de espaçamento com regime de desbaste foi a do espaçamento2,5 x 1,2 m, sem desbaste e corte final aos 20 anos. Porém, neste regime de manejo, a adoçãodo espaçamento 2,5 x 2,0 m também repercutiu em produção volumétrica para celulosesimilar. Em se optando pelo espaçamento mais denso, não faz diferença adotar o regime semdesbaste com corte final aos 20 anos e realizar um desbaste sistemático aos 9 anos e o cortefinal aos 20. 2004 artículo científico 0104-7760 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=74410202 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=744 CERNE application/pdf Universidade Federal de Lavras CERNE (Brasil) Num.2 Vol.10
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