ASPECTOS DA GERMINAÇÃO E CRESCIMENTO DE MUDAS DE Magonia pubescens A. ST.-HIL

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1. Verfasser: Ani Cátia Giotto
Format: Artículo científico
Sprache:pt
Veröffentlicht: Universidade Federal de Lavras 2009
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author Ani Cátia Giotto
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contents ASPECTOS DA GERMINAÇÃO E CRESCIMENTO DE MUDAS DE Magonia pubescens A. ST.-HIL Ani Cátia Giotto Fábio dos Santos Miranda Cássia Beatriz Rodrigues Munhoz Agrociencias Cerrado matrizes sementes produção de mudas crescimento inicial Objetivou-se, neste estudo, analisar a germinação de quatro matrizes de Magonia pubescens A. St.-Hil. (tinguí ou timbó), o crescimento e o desenvolvimento de mudas de uma das matrizes sob condições diversas, desta espécie que é típica das florestas estacionais. Foi avaliada a germinação de sementes de quatro matrizes submetidas a diferentes tratamentos: semeadura direta em casa de vegetação (50% de sombreamento), semeadura direta em pleno sol e em rolo de papel em laboratório, sob luz fluorescente com fotoperíodo de 12 horas em temperatura ambiente. As sementes germinadas em laboratório foram depois transplantadas em sacos de polietileno com terra em condições de pleno sol e em sombreamento de 50%. Para a análise da germinação foram avaliados: tempo da primeira e última germinação; germinabilidade; tempo médio e o índice de velocidade de germinação. A altura, o diâmetro do coleto e o número de folhas e de folíolos das mudas foram monitorados aos 30, 60, 90 e 120 dias. A espécie apresentou elevada germinabilidade em laboratório (G> 90%) e em pleno sol (96%>G>56%). A germinabilidade em sombreamento de 50% apresentou os menores resultados (G<36%). Na avaliação das mudas, as maiores médias de altura (78,52 ±19,90 mm) foram encontradas em 50% de sombreamento. Os diâmetros não apresentaram diferenças estatísticas significativas entre os tratamentos (diâmetro de 2,13 à 3,35 mm; p>0,05). O número de folhas e folíolos variaram entre os tratamentos, com maiores médias para mudas a pleno sol, evidenciando a característica heliófila da espécie, o que sugere que M. pubescens pode ser utilizada no povoamento inicial, por exemplo, de áreas degradadas. 2009 artículo científico 0104-7760 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=74413015007 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=744 CERNE application/pdf Universidade Federal de Lavras CERNE (Brasil) Num.1 Vol.15
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publisher Universidade Federal de Lavras
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ASPECTOS DA GERMINAÇÃO E CRESCIMENTO DE MUDAS DE Magonia pubescens A. ST.-HIL Ani Cátia Giotto Fábio dos Santos Miranda Cássia Beatriz Rodrigues Munhoz Agrociencias Cerrado matrizes sementes produção de mudas crescimento inicial Objetivou-se, neste estudo, analisar a germinação de quatro matrizes de Magonia pubescens A. St.-Hil. (tinguí ou timbó), o crescimento e o desenvolvimento de mudas de uma das matrizes sob condições diversas, desta espécie que é típica das florestas estacionais. Foi avaliada a germinação de sementes de quatro matrizes submetidas a diferentes tratamentos: semeadura direta em casa de vegetação (50% de sombreamento), semeadura direta em pleno sol e em rolo de papel em laboratório, sob luz fluorescente com fotoperíodo de 12 horas em temperatura ambiente. As sementes germinadas em laboratório foram depois transplantadas em sacos de polietileno com terra em condições de pleno sol e em sombreamento de 50%. Para a análise da germinação foram avaliados: tempo da primeira e última germinação; germinabilidade; tempo médio e o índice de velocidade de germinação. A altura, o diâmetro do coleto e o número de folhas e de folíolos das mudas foram monitorados aos 30, 60, 90 e 120 dias. A espécie apresentou elevada germinabilidade em laboratório (G> 90%) e em pleno sol (96%>G>56%). A germinabilidade em sombreamento de 50% apresentou os menores resultados (G<36%). Na avaliação das mudas, as maiores médias de altura (78,52 ±19,90 mm) foram encontradas em 50% de sombreamento. Os diâmetros não apresentaram diferenças estatísticas significativas entre os tratamentos (diâmetro de 2,13 à 3,35 mm; p>0,05). O número de folhas e folíolos variaram entre os tratamentos, com maiores médias para mudas a pleno sol, evidenciando a característica heliófila da espécie, o que sugere que M. pubescens pode ser utilizada no povoamento inicial, por exemplo, de áreas degradadas. 2009 artículo científico 0104-7760 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=74413015007 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=744 CERNE application/pdf Universidade Federal de Lavras CERNE (Brasil) Num.1 Vol.15
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