DETERIORAÇÃO DA MADEIRA DE Eucalyptus spp. POR FUNGOS XILÓFAGOS

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1. Verfasser: Luciana Ferreira da Silva
Format: Artículo científico
Sprache:pt
Veröffentlicht: Universidade Federal de Lavras 2014
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author Luciana Ferreira da Silva
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contents DETERIORAÇÃO DA MADEIRA DE Eucalyptus spp. POR FUNGOS XILÓFAGOS Luciana Ferreira da Silva Juarez Benigno Paes Waldir Cintra de Jesus Junior José Tarcísio da Silva Oliveira Edson Luiz Furtado Fábio Ramos Alves Agrociencias Análise química Ensaios biológicos Fungos apodrecedores Conduziu-se esta pesquisa, com o objetivo de avaliar a capacidade de deterioração de fungos isolados de madeiras de Eucalyptus spp. e realizar a análise química da madeira deteriorada, para verificar quais dos seus componentes sofreram maiores alterações em consequência do ataque. O experimento foi conduzido no Laboratório de Biodeterioração da Madeira, Departamento de Ciências Florestais e da Madeira, Centro de Ciências Agrárias, Universidade Federal do Espírito Santo, no município de Jerônimo Monteiro, ES. Doze fungos foram utilizados, destes, nove foram provenientes de culturas puras isoladas a partir de fragmentos de cepas de madeiras de eucalipto deterioradas, coletadas em três localidades distintas, e três culturas puras com reconhecida capacidade de deterioração que foram utilizadas como padrão de comparação. Dos fungos testados, os Basidiomiceto 1 e Basidiomiceto 2 exibiram boa capacidade de deterioração da madeira de Eucalyptus spp. O cerne de eucalipto teve maior resistência natural que o alburno, mas os fungos foram capazes de degradar ambas as madeiras. De modo geral, houve um incremento no teor de extrativos totais na madeira deteriorada (cerne e alburno), para os Basidiomiceto 1 e Basidiomiceto 2. Nas madeiras de cerne de Eucalyptus grandis houve decréscimo no teor de extrativos para ambos Basidiomicetos. Com relação à holocelulose (celulose + hemiceluloses), ocorreram pequenas diferenças entre as madeiras sadias e deterioradas (variações médias em torno de 1%). Dos fungos testados, o Basidiomiceto 2 causou maior degradação da lignina quando comparado ao Basidiomiceto 1. 2014 artículo científico 0104-7760 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=74432265008 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=744 CERNE application/pdf Universidade Federal de Lavras CERNE (Brasil) Num.3 Vol.20
format Artículo científico
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institution Redalyc
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publishDate 2014
publisher Universidade Federal de Lavras
spellingShingle DETERIORAÇÃO DA MADEIRA DE Eucalyptus spp. POR FUNGOS XILÓFAGOS
Luciana Ferreira da Silva
Agrociencias
Análise química
Ensaios biológicos
Fungos apodrecedores
DETERIORAÇÃO DA MADEIRA DE Eucalyptus spp. POR FUNGOS XILÓFAGOS Luciana Ferreira da Silva Juarez Benigno Paes Waldir Cintra de Jesus Junior José Tarcísio da Silva Oliveira Edson Luiz Furtado Fábio Ramos Alves Agrociencias Análise química Ensaios biológicos Fungos apodrecedores Conduziu-se esta pesquisa, com o objetivo de avaliar a capacidade de deterioração de fungos isolados de madeiras de Eucalyptus spp. e realizar a análise química da madeira deteriorada, para verificar quais dos seus componentes sofreram maiores alterações em consequência do ataque. O experimento foi conduzido no Laboratório de Biodeterioração da Madeira, Departamento de Ciências Florestais e da Madeira, Centro de Ciências Agrárias, Universidade Federal do Espírito Santo, no município de Jerônimo Monteiro, ES. Doze fungos foram utilizados, destes, nove foram provenientes de culturas puras isoladas a partir de fragmentos de cepas de madeiras de eucalipto deterioradas, coletadas em três localidades distintas, e três culturas puras com reconhecida capacidade de deterioração que foram utilizadas como padrão de comparação. Dos fungos testados, os Basidiomiceto 1 e Basidiomiceto 2 exibiram boa capacidade de deterioração da madeira de Eucalyptus spp. O cerne de eucalipto teve maior resistência natural que o alburno, mas os fungos foram capazes de degradar ambas as madeiras. De modo geral, houve um incremento no teor de extrativos totais na madeira deteriorada (cerne e alburno), para os Basidiomiceto 1 e Basidiomiceto 2. Nas madeiras de cerne de Eucalyptus grandis houve decréscimo no teor de extrativos para ambos Basidiomicetos. Com relação à holocelulose (celulose + hemiceluloses), ocorreram pequenas diferenças entre as madeiras sadias e deterioradas (variações médias em torno de 1%). Dos fungos testados, o Basidiomiceto 2 causou maior degradação da lignina quando comparado ao Basidiomiceto 1. 2014 artículo científico 0104-7760 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=74432265008 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=744 CERNE application/pdf Universidade Federal de Lavras CERNE (Brasil) Num.3 Vol.20
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