FREQUÊNCIA ESPAÇO-TEMPORAL DOS FOCOS ATIVOS EM MINAS GERAIS DURANTE O PERÍODO DE 1999 A 2009
Fuente:
Redalyc
Guardado en:
| Autor principal: | |
|---|---|
| Formato: | Artículo científico |
| Lenguaje: | pt |
| Publicado: |
Universidade Federal de Lavras
2014
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| Materias: | |
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|---|---|
| author | Allan Arantes Pereira |
| author_facet | Allan Arantes Pereira |
| contents | FREQUÊNCIA ESPAÇO-TEMPORAL DOS FOCOS ATIVOS EM MINAS GERAIS DURANTE O PERÍODO DE 1999 A 2009 Allan Arantes Pereira Dalmo Arantes de Barros José Aldo Alves Pereira Fausto Weimar Acerbi Júnior Fabiano Morelli José Roberto Soares Scolforo Agrociencias Prevenção e combate Impactos ambientais Incêndios florestais Neste estudo, objetivou-se resgatar o histórico de focos ativos no estado de Minas Gerais, durante os anos de 1999 e 2009 para uma análise exploratória dos dados. Por meio de análise temporal, procedeu-se a uma análise dos meses e anos em que os focos foram mais frequentes, e do período crítico de ocorrência de focos ativos. Já, a análise espacial considerou a frequência e a densidade de focos ativos nos Núcleos do Instituto Estadual de Florestas (IEF). No caso das Unidades de conservação, analisou-se também a recorrência anual. No total, foram detectados 67.334 focos ativos em MG, no período de 1999 a 2009. A análise temporal revelou que o ano de 2003 apresentou o maior frequência, totalizando 10.929 focos, enquanto o ano de 2009 apresentou apenas 2.378 focos. O mês de maior frequência foi outubro com 24.149 focos registrados. As áreas com maior frequência, maior densidade e maior recorrência de focos ativos (neste último caso só em unidades de conservação), são consideradas mais críticas quanto aos focos ativos. Porém, a baixa frequência de focos e a alta densidade também são apontamentos de áreas críticas. Nas áreas de maior frequência de focos e baixa densidade, o tamanho da área influenciou diretamente na elevada ocorrência de focos ativos. Nessas áreas, sugerese uma análise de distribuição espacial para verificar se os focos ativos estão concentrados ou esparsos. O melhor cenário aqui apresentado é baixa frequência e densidade de focos ativos. 2014 artículo científico 0104-7760 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=74432265016 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=744 CERNE application/pdf Universidade Federal de Lavras CERNE (Brasil) Num.3 Vol.20 |
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