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Bibliographic Details
Main Author: Adriana Leandra de Assis
Format: Artículo científico
Language:pt
Published: Universidade Federal de Lavras 2001
Subjects:
Online Access:https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=74470103
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Table of Contents:
  • Comparação de modelos polinomiais segmentados e Não-segmentados na estimativa de diâmetros e volumes ao longo do fuste de Pinus taeda Adriana Leandra de Assis Antonio Oliveira Donizete de José Roberto Scolforo Soares José Márcio de Mello Fausto Acerbi Weimar Agrociencias classes de diâmetro Modelos de afilamento estimativas de volume estimativas de diâmetro Este estudo teve por objetivos principais comparar a acurácia das estimativas de diâmetros e volumes ao longo do fuste de Pinus taeda propiciadas por modelos polinomiais segmentados e não-segmentados, e analisar o impacto do controle das classes diamétricas na precisão dos ajustes. A base de dados utilizada foi composta por 58 árvores de Pinus taeda cubadas rigorosamente, nas proprieda-des da empresa Papel de Imprensa S/A, PISA, na região de Jaguariaíva - PR. As 58 árvores foram di-vididas em oito classes diamétricas, procedendo-se ao ajuste de dois modelos polinomiais segmenta-dos e dois modelos polinomiais não-segmentados para cada classe diamétrica e para o conjunto total dos dados. Os modelos segmentados testados foram o de Clark et al. (1991) e o de Max & Burkhart (1976). Os modelos não-segmentados testados foram o de Hradetzky (1976) e o de Goulding & Mur-ray (1976). Para comparar as estimativas de diâmetros e volumes propiciadas pelos quatro modelos, foi utilizado um delineamento em blocos casualizados com parcelas subdivididas no tempo. A compa-ração estatística dos quatro modelos ajustados com e sem o controle das classes diamétricas, mostrou que os modelos apresentam comportamentos diferenciados nas estimativas de diâmetros e volumes ao longo do fuste. Observou-se que se forem desejadas estimativas acuradas de diâmetros e volumes ao longo do fuste, os modelos devem ser ajustados com o controle das classes diamétricas. Observou-se ainda que o modelo de Clark et al. (1991) foi o mais flexível para as estimativas do volume, podendo ser ajustado sem o controle das classes diamétricas, a exceção da classe de 32,5cm e das árvores com diâmetro igual ou superior a 45cm. Considerando a simplicidade de ajuste e de manuseio do modelo, aliada à acurácia das estimativas dos diâmetros e dos volumes observada para a base de dados em questão, o modelo de Hradetzky (1976) foi o escolhido, ressaltando que o ajuste deve ser feito com controle das classes diamétricas. 2001 artículo científico 0104-7760 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=74470103 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=744 CERNE application/pdf Universidade Federal de Lavras CERNE (Brasil) Num.1 Vol.7