Maio-junho de 1968 na França O epicentro de uma crise de hegemonia (parte II)

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Main Author: Alain Bihr
Format: Artículo científico
Language:pt
Published: Universidade Estadual de Londrina 2008
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author Alain Bihr
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contents Maio-junho de 1968 na França O epicentro de uma crise de hegemonia (parte II) Alain Bihr Multidisciplinarias (Ciencias Sociales) Hegemonia Classes sociais Lutas proletárias Neste artigo, o autor reexamina a história de um ciclo de lutas sociais, políticas e culturais como epicentro da crise de hegemonia. Na base das principais radicalizações políticas estudantis, operárias e dos novos movimentos sociais do maio-junho de 1968, ainda estão as lutas de classes, com tudo o que têm de indeterminado a priori, na medida em que resultam da evolução das correlações de forças cujos protagonistas não podem dominar ou prever. Se, em tal história, tudo não é possível, também nada é escrito com antecedência. Conseqüentemente, não era necessário que esta história terminasse como (provisoriamente) se concluiu. Na França, como em outros lugares, a História continua. 2008 artículo científico 1414-0543 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=748879391001 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=7488 Mediações application/pdf Universidade Estadual de Londrina Mediações (Brasil) Num.1-2 Vol.13
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publishDate 2008
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Multidisciplinarias (Ciencias Sociales)
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Maio-junho de 1968 na França O epicentro de uma crise de hegemonia (parte II) Alain Bihr Multidisciplinarias (Ciencias Sociales) Hegemonia Classes sociais Lutas proletárias Neste artigo, o autor reexamina a história de um ciclo de lutas sociais, políticas e culturais como epicentro da crise de hegemonia. Na base das principais radicalizações políticas estudantis, operárias e dos novos movimentos sociais do maio-junho de 1968, ainda estão as lutas de classes, com tudo o que têm de indeterminado a priori, na medida em que resultam da evolução das correlações de forças cujos protagonistas não podem dominar ou prever. Se, em tal história, tudo não é possível, também nada é escrito com antecedência. Conseqüentemente, não era necessário que esta história terminasse como (provisoriamente) se concluiu. Na França, como em outros lugares, a História continua. 2008 artículo científico 1414-0543 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=748879391001 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=7488 Mediações application/pdf Universidade Estadual de Londrina Mediações (Brasil) Num.1-2 Vol.13
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