Os movimentos anti-sistêmicos: conjuntura de lutas ou impasses políticos ideológicos?

Fuente: Redalyc
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Autor principal: Giane Alves de Carvalho
Formato: Artículo científico
Lenguaje:pt
Publicado: Universidade Estadual de Londrina 2008
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author Giane Alves de Carvalho
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contents Os movimentos anti-sistêmicos: conjuntura de lutas ou impasses políticos ideológicos? Giane Alves de Carvalho Multidisciplinarias (Ciencias Sociales) sistêmicos globalização Movimentos anti Movimentos sociais Os chamados movimentos anti-sistêmicos vêm, segundo Wallerstein, se intensificando cada vez mais nos tempos atuais. As contradições, conflitos e tensões, frutos da hegemonia do capital, permitiram uma ressignificação dos movimentos sociais, visando articular novas lutas numa perspectiva mundial, ou seja, a globalização do capital possibilitou a globalização dos movimentos antisistêmicos. No momento em que os movimentos anti-sistêmicos são vistos como principal referência para a incessante luta contra o capital, questiona-se aqui, afinal, o que vem a ser um movimento anti-sistêmico. Apesar das evidências de seu surgimento, em que sentido é possível afirmar sua legitimidade? Nesta luta, quem é o verdadeiro inimigo? Desta forma, tem-se como objetivo discutir, sob uma abordagem crítica e reflexiva, uma breve evolução histórica dos movimentos antisistêmicos, as linhas conceituais, os rumos e impasses políticos ideológicos dos chamados movimentos anti-sistêmicos. 2008 artículo científico 1414-0543 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=748879391010 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=7488 Mediações application/pdf Universidade Estadual de Londrina Mediações (Brasil) Num.1-2 Vol.13
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Os movimentos anti-sistêmicos: conjuntura de lutas ou impasses políticos ideológicos? Giane Alves de Carvalho Multidisciplinarias (Ciencias Sociales) sistêmicos globalização Movimentos anti Movimentos sociais Os chamados movimentos anti-sistêmicos vêm, segundo Wallerstein, se intensificando cada vez mais nos tempos atuais. As contradições, conflitos e tensões, frutos da hegemonia do capital, permitiram uma ressignificação dos movimentos sociais, visando articular novas lutas numa perspectiva mundial, ou seja, a globalização do capital possibilitou a globalização dos movimentos antisistêmicos. No momento em que os movimentos anti-sistêmicos são vistos como principal referência para a incessante luta contra o capital, questiona-se aqui, afinal, o que vem a ser um movimento anti-sistêmico. Apesar das evidências de seu surgimento, em que sentido é possível afirmar sua legitimidade? Nesta luta, quem é o verdadeiro inimigo? Desta forma, tem-se como objetivo discutir, sob uma abordagem crítica e reflexiva, uma breve evolução histórica dos movimentos antisistêmicos, as linhas conceituais, os rumos e impasses políticos ideológicos dos chamados movimentos anti-sistêmicos. 2008 artículo científico 1414-0543 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=748879391010 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=7488 Mediações application/pdf Universidade Estadual de Londrina Mediações (Brasil) Num.1-2 Vol.13
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