Uma relação incômoda: o caso do feminismo e da antropologia

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Auteur principal: Marilyn Strathern
Format: Artículo científico
Langue:pt
Publié: Universidade Estadual de Londrina 2009
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author Marilyn Strathern
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contents Uma relação incômoda: o caso do feminismo e da antropologia Marilyn Strathern Multidisciplinarias (Ciencias Sociales) Feminismo Paradigmas Antropologia Esse artigo explora alguns dos problemas – e as reações – que se colocam no diálogo entre práticas disciplinares e a teoria feminista. Foca-se na relação do(a) investigador(a) com o seu tema ou objeto, uma fonte de dissonância particularmente difícil entre a prática feminista e a prática da antropologia social. Certamente, a antropologia tem interesses paralelos aos dos estudos feministas, mas a proximidade faz com que a resistência dos antropólogos seja mais aguda. Podese afirmar que esta dissonância é na verdade produto da proximidade intelectual de feministas e antropólogos(as) – como vizinhos em conflito. Os(as) praticantes de ambas imaginam que podem derrubar paradigmas existentes, e poder-se-ia, por sua vez, esperar que a antropologia “radical” extraia sua contrapartida feminista, o que não parece ter acontecido. A resistência entre eles irá iluminar a diferença entre “feminismo” e “antropologia” como tais. 2009 artículo científico 1414-0543 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=748879393010 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=7488 Mediações application/pdf Universidade Estadual de Londrina Mediações (Brasil) Num.2 Vol.14
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Uma relação incômoda: o caso do feminismo e da antropologia Marilyn Strathern Multidisciplinarias (Ciencias Sociales) Feminismo Paradigmas Antropologia Esse artigo explora alguns dos problemas – e as reações – que se colocam no diálogo entre práticas disciplinares e a teoria feminista. Foca-se na relação do(a) investigador(a) com o seu tema ou objeto, uma fonte de dissonância particularmente difícil entre a prática feminista e a prática da antropologia social. Certamente, a antropologia tem interesses paralelos aos dos estudos feministas, mas a proximidade faz com que a resistência dos antropólogos seja mais aguda. Podese afirmar que esta dissonância é na verdade produto da proximidade intelectual de feministas e antropólogos(as) – como vizinhos em conflito. Os(as) praticantes de ambas imaginam que podem derrubar paradigmas existentes, e poder-se-ia, por sua vez, esperar que a antropologia “radical” extraia sua contrapartida feminista, o que não parece ter acontecido. A resistência entre eles irá iluminar a diferença entre “feminismo” e “antropologia” como tais. 2009 artículo científico 1414-0543 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=748879393010 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=7488 Mediações application/pdf Universidade Estadual de Londrina Mediações (Brasil) Num.2 Vol.14
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