Solteira, Sem Filhos: Menos Que Meia Pessoa?

Fuente: Redalyc
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Auteur principal: ELIANE GONÇALVES
Format: Artículo científico
Langue:pt
Publié: Universidade Estadual de Londrina 2017
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author ELIANE GONÇALVES
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contents Solteira, Sem Filhos: Menos Que Meia Pessoa? ELIANE GONÇALVES Multidisciplinarias (Ciencias Sociales) Gênero familia feminismo maternidade teoria social O não-casamento tem marcado a existência de mulheres em diferentes épocas e lugares. Exceto em contextos específicos de estímulo ao celibato, esta "condição" tem sido recorrentemente representada como falta essencial, anomalia social, jamais um caminho escolhido ou projeto de vida que pode ser vivido positivamente. Sob a lógica do familismo, que pressupõe o casamento e maternidade como lugares privilegiados de saúde e felicidade, a mulher não casada e não mãe é percebida como egoísta, solitária, infeliz, frustrada e insatisfeita, beirando à aberração. Neste artigo reflito sobre a relação entre maternidade como escolha e as convenções sociais ou normas de gênero que reputam as solteiras como menos que meia pessoa na escala de status social. O artigo é baseado em pesquisa realizada em uma metrópole brasileira nos anos 2000. 2017 artículo científico 1414-0543 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=748879400016 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=7488 Mediações application/pdf Universidade Estadual de Londrina Mediações (Brasil) Num.2 Vol.22
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publishDate 2017
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ELIANE GONÇALVES
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Solteira, Sem Filhos: Menos Que Meia Pessoa? ELIANE GONÇALVES Multidisciplinarias (Ciencias Sociales) Gênero familia feminismo maternidade teoria social O não-casamento tem marcado a existência de mulheres em diferentes épocas e lugares. Exceto em contextos específicos de estímulo ao celibato, esta "condição" tem sido recorrentemente representada como falta essencial, anomalia social, jamais um caminho escolhido ou projeto de vida que pode ser vivido positivamente. Sob a lógica do familismo, que pressupõe o casamento e maternidade como lugares privilegiados de saúde e felicidade, a mulher não casada e não mãe é percebida como egoísta, solitária, infeliz, frustrada e insatisfeita, beirando à aberração. Neste artigo reflito sobre a relação entre maternidade como escolha e as convenções sociais ou normas de gênero que reputam as solteiras como menos que meia pessoa na escala de status social. O artigo é baseado em pesquisa realizada em uma metrópole brasileira nos anos 2000. 2017 artículo científico 1414-0543 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=748879400016 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=7488 Mediações application/pdf Universidade Estadual de Londrina Mediações (Brasil) Num.2 Vol.22
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