Gênero, genealogias & as novas famílias

Fuente: Redalyc
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Main Author: Mariza Corrêa
Format: Artículo científico
Language:pt
Published: Universidade Estadual de Londrina 2012
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author Mariza Corrêa
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contents Gênero, genealogias & as novas famílias Mariza Corrêa Multidisciplinarias (Ciencias Sociales) Genealogias Novas famílias Grupo Bloomsbury Intelectuais ingleses e americanos Será que as novas famílias que temos estudado ultimamente são tão “novas” assim? Alguns exemplos sobre a história contada por alguns intelectuais ingleses, ou americanos na Europa, ou sobre eles, sugere que arranjos os mais variados são testados há muito tempo por casais ou grupos sociais que, no entanto, ainda se apresentam como “famílias” – e também registram suas genealogias na sua forma mais tradicional, “esquecendo” relações que não tenham dado origem a descendentes, ou, que ainda que o tenham, são relações pouco convencionais. Também vale a pena perguntarmos se a nossa forma tradicional de apresentar genealogias não induz, pela própria estrutura formal por nós aprendida, a esses apagamentos da história. 2012 artículo científico 1414-0543 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=748879407009 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=7488 Mediações application/pdf Universidade Estadual de Londrina Mediações (Brasil) Num.1 Vol.17
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publishDate 2012
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Gênero, genealogias & as novas famílias Mariza Corrêa Multidisciplinarias (Ciencias Sociales) Genealogias Novas famílias Grupo Bloomsbury Intelectuais ingleses e americanos Será que as novas famílias que temos estudado ultimamente são tão “novas” assim? Alguns exemplos sobre a história contada por alguns intelectuais ingleses, ou americanos na Europa, ou sobre eles, sugere que arranjos os mais variados são testados há muito tempo por casais ou grupos sociais que, no entanto, ainda se apresentam como “famílias” – e também registram suas genealogias na sua forma mais tradicional, “esquecendo” relações que não tenham dado origem a descendentes, ou, que ainda que o tenham, são relações pouco convencionais. Também vale a pena perguntarmos se a nossa forma tradicional de apresentar genealogias não induz, pela própria estrutura formal por nós aprendida, a esses apagamentos da história. 2012 artículo científico 1414-0543 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=748879407009 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=7488 Mediações application/pdf Universidade Estadual de Londrina Mediações (Brasil) Num.1 Vol.17
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