O HÁBITO FAZ O MONGE? FREQUÊNCIA E AUTOPERCEPÇÃO RELIGIOSAS NO BRASIL

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1. Verfasser: Nina Rosas
Format: Artículo científico
Sprache:pt
Veröffentlicht: Universidade Estadual de Londrina 2014
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author Nina Rosas
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contents O HÁBITO FAZ O MONGE? FREQUÊNCIA E AUTOPERCEPÇÃO RELIGIOSAS NO BRASIL Nina Rosas Jeronimo Oliveira Muniz Multidisciplinarias (Ciencias Sociales) Católicos Evangélicos Autodeclaração Frequência religiosa Utilizando a pesquisa Valores e Religião no Brasil (PVRB), este artigo apresenta dados sobre frequência e autopercepção religiosas de católicos e evangélicos. Embora os evangélicos sejam mais envolvidos com a religião que os católicos, surpreende que ambos sejam semelhantemente devotos na reza/oração e que, entre os evangélicos, os pentecostais e os históricos apresentem porcentagens de participação religiosa quase idênticas. Simula-se a distribuição das religiões brasileiras a partir do filtro de alta frequência e também a probabilidade de filiação a partir das práticas religiosas observadas. Os resultados evidenciam diminuição do grupo de católicos e aumento do de pentecostais em proporções maiores que as do Censo de 2010, e demonstram que a probabilidade de ser católico no Brasil independe da intensidade da prática religiosa adotada. 2014 artículo científico 1414-0543 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=748879425014 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=7488 Mediações application/pdf Universidade Estadual de Londrina Mediações (Brasil) Num.1 Vol.19
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Católicos
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Frequência religiosa
O HÁBITO FAZ O MONGE? FREQUÊNCIA E AUTOPERCEPÇÃO RELIGIOSAS NO BRASIL Nina Rosas Jeronimo Oliveira Muniz Multidisciplinarias (Ciencias Sociales) Católicos Evangélicos Autodeclaração Frequência religiosa Utilizando a pesquisa Valores e Religião no Brasil (PVRB), este artigo apresenta dados sobre frequência e autopercepção religiosas de católicos e evangélicos. Embora os evangélicos sejam mais envolvidos com a religião que os católicos, surpreende que ambos sejam semelhantemente devotos na reza/oração e que, entre os evangélicos, os pentecostais e os históricos apresentem porcentagens de participação religiosa quase idênticas. Simula-se a distribuição das religiões brasileiras a partir do filtro de alta frequência e também a probabilidade de filiação a partir das práticas religiosas observadas. Os resultados evidenciam diminuição do grupo de católicos e aumento do de pentecostais em proporções maiores que as do Censo de 2010, e demonstram que a probabilidade de ser católico no Brasil independe da intensidade da prática religiosa adotada. 2014 artículo científico 1414-0543 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=748879425014 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=7488 Mediações application/pdf Universidade Estadual de Londrina Mediações (Brasil) Num.1 Vol.19
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