Guardado en:
| Autor principal: | |
|---|---|
| Formato: | Artículo científico |
| Lenguaje: | pt |
| Publicado: |
Asociación Iberoamericana de Tecnología Postcosecha, S.C.
2016
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=81349041017 https://www.redalyc.org/journal/813/81349041017/ https://www.redalyc.org/journal/813/81349041017/html/ https://www.redalyc.org/journal/813/81349041017/81349041017.epub https://www.redalyc.org/journal/813/81349041017/movil |
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Tabla de Contenidos:
- PROCESSAMENTO MÍNIMO DE ESPINAFRE NOVA ZELÂNDIA Carlos Dornelles Ferreira Soares Paula Porrelli Moreira da Silva Cleucione de Oliveira Pessoa Marta Helena Fillet Spoto Ricardo Alfredo Kluge Agrociencias vida útil conservação refrigeração Acido cítrico O espinafre Nova Zelândia (Tetragonia expansa Murr.) é uma hortaliça adaptada a climas tropicais, e possui alto valor dietético e nutritivo. Devido às exigências do consumidor por produtos saudáveis e prontos para o consumo, esse espinafre é indicado para o mercado de produtos minimamente processados. O objetivo deste trabalho foi desenvolver a técnica do processamento mínimo de espinafre cv Nova Zelândia, e avaliar a qualidade físico-química e fisiológica do produto tratado com soluções de ácido cítrico, cloreto de cálcio e combinações. Folhas inteiras de espinafre, após sanificadas, foram submetidas aos tratamentos (imersão por 5 minutos): 0,01% ácido cítrico, 0,02% ácido cítrico, 1% cloreto de cálcio, 0,01% ácido cítrico + 1% cloreto de cálcio e 0,02% ácido cítrico + 1% cloreto de cálcio e controle (sem tratamento). As folhas foram centrifugadas durante 1,5 minuto e acondicionadas em bolsas de polietileno de baixa densidade. Foram armazenadas a 5°C e 90% UR durante 15 dias, e as avaliações realizadas nos dias 1, 6, 9, 13 e 16 após o processamento. Determinouse a concentração de gases no interior das embalagens (%O2, %CO2), cor (Luminosidade, °Hue, Cromaticidade), ácido ascórbico, clorofila total e compostos fenólicos totais. Os dados foram submetidos ao Teste de Tukey (p<0,05), com quatro repetições por tratamento. Houve diferença significativa na interação somente nas variáveis clorofila total e %O2, %CO2. As amostras tratadas com 1% de cloreto de cálcio apresentaram menores taxas de CO2 e maiores de O2 no interior das embalagens. Amostras imersas em 0,02% de ácido cítrico apresentaram maiores valores de compostos fenólicos durante o armazenamento. Os parâmetros de cor indicaram tonalidade verde escura nas folhas durante o armazenamento. Concluiu-se que o processamento mínimo do espinafre Nova Zelândia é viável tendo o produto higienizado vida útil de 12 dias a 5°C. 2016 artículo científico 1665-0204 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=81349041017 https://www.redalyc.org/journal/813/81349041017/ https://www.redalyc.org/journal/813/81349041017/html/ https://www.redalyc.org/journal/813/81349041017/81349041017.epub https://www.redalyc.org/journal/813/81349041017/movil pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=813 Revista Iberoamericana de Tecnología Postcosecha application/pdf Asociación Iberoamericana de Tecnología Postcosecha, S.C. Revista Iberoamericana de Tecnología Postcosecha (México) Num.2 Vol.17