Características físico-químicas da fruta amora vermelha (Rubus rosifolius) obtidas no Oeste do Estado do Paraná, Brasil

Fuente: Redalyc
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1. Verfasser: Jessica Cristina Urbanski Laureth
Format: Artículo científico
Sprache:pt
Veröffentlicht: Asociación Iberoamericana de Tecnología Postcosecha, S.C. 2020
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author Jessica Cristina Urbanski Laureth
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contents Características físico-químicas da fruta amora vermelha (Rubus rosifolius) obtidas no Oeste do Estado do Paraná, Brasil Jessica Cristina Urbanski Laureth Dandara Maria Peres Agrociencias pós química colheita Amora do mato pequenas frutas O cultivo de pequenas frutas tem despertado o interesse dos produtores, comerciantes e consumidores. A amora vermelha (Rubus rosifolius) pode ser considerada uma pequena fruta, e os relatos encontrados na literatura apontam seu potencial para o consumo in natura e processamento. Porém, sua utilização se baseia no conhecimento de suas características físico-químicas, que podem alterar devido às diferentes regiões em que são cultivadas. Portanto, nosso objetivo foi verificar as características físico-químicas pós-colheita das frutas de amora vermelha obtidas no Oeste do Estado do Paraná, Brasil. Massa fresca, teor de água, acidez total titulável (ATT), sólidos solúveis totais (SST), ratio e firmeza foram mensurados. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado, com a utilização de 15 repetições para cada variável analisada. De acordo com os resultados, as amoras vermelhas possuem 2,83 g de massa fresca, 84,74% de teor de água, acidez de 1,01 g equivalente de ácido cítrico g-1 ou 0,70 g equivalente de ácido málico g-1, 10,27 °Brix de sólidos solúveis totais, ratio de 10,21 e 7,2 N de firmeza. Sua massa fresca apontou que os frutos são diminutos, possuindo elevado teor de água. As amoras vermelhas estudadas possuem alta acidez e alto teor de sólidos solúveis. A alta relação SST/AT indicou frutos doces-ácidos e intermediário índice de maturação. A firmeza foi considerada boa para as amostras analisadas. Este trabalho mostrou que os frutos de amoreira vermelha podem ser uma alternativa na diversificação de pequenas propriedades rurais pois, possuem características físico-químicas interessantes para o processamento ou comercialização in natura. 2020 artículo científico 1665-0204 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=81365122007 https://www.redalyc.org/journal/813/81365122007/ https://www.redalyc.org/journal/813/81365122007/html/ https://www.redalyc.org/journal/813/81365122007/81365122007.epub https://www.redalyc.org/journal/813/81365122007/movil pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=813 Revista Iberoamericana de Tecnología Postcosecha application/pdf Asociación Iberoamericana de Tecnología Postcosecha, S.C. Revista Iberoamericana de Tecnología Postcosecha (México) Num.2 Vol.21
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Características físico-químicas da fruta amora vermelha (Rubus rosifolius) obtidas no Oeste do Estado do Paraná, Brasil Jessica Cristina Urbanski Laureth Dandara Maria Peres Agrociencias pós química colheita Amora do mato pequenas frutas O cultivo de pequenas frutas tem despertado o interesse dos produtores, comerciantes e consumidores. A amora vermelha (Rubus rosifolius) pode ser considerada uma pequena fruta, e os relatos encontrados na literatura apontam seu potencial para o consumo in natura e processamento. Porém, sua utilização se baseia no conhecimento de suas características físico-químicas, que podem alterar devido às diferentes regiões em que são cultivadas. Portanto, nosso objetivo foi verificar as características físico-químicas pós-colheita das frutas de amora vermelha obtidas no Oeste do Estado do Paraná, Brasil. Massa fresca, teor de água, acidez total titulável (ATT), sólidos solúveis totais (SST), ratio e firmeza foram mensurados. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado, com a utilização de 15 repetições para cada variável analisada. De acordo com os resultados, as amoras vermelhas possuem 2,83 g de massa fresca, 84,74% de teor de água, acidez de 1,01 g equivalente de ácido cítrico g-1 ou 0,70 g equivalente de ácido málico g-1, 10,27 °Brix de sólidos solúveis totais, ratio de 10,21 e 7,2 N de firmeza. Sua massa fresca apontou que os frutos são diminutos, possuindo elevado teor de água. As amoras vermelhas estudadas possuem alta acidez e alto teor de sólidos solúveis. A alta relação SST/AT indicou frutos doces-ácidos e intermediário índice de maturação. A firmeza foi considerada boa para as amostras analisadas. Este trabalho mostrou que os frutos de amoreira vermelha podem ser uma alternativa na diversificação de pequenas propriedades rurais pois, possuem características físico-químicas interessantes para o processamento ou comercialização in natura. 2020 artículo científico 1665-0204 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=81365122007 https://www.redalyc.org/journal/813/81365122007/ https://www.redalyc.org/journal/813/81365122007/html/ https://www.redalyc.org/journal/813/81365122007/81365122007.epub https://www.redalyc.org/journal/813/81365122007/movil pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=813 Revista Iberoamericana de Tecnología Postcosecha application/pdf Asociación Iberoamericana de Tecnología Postcosecha, S.C. Revista Iberoamericana de Tecnología Postcosecha (México) Num.2 Vol.21
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