Ninguém tem a exclusividade do patrimônio humano e social. O movimento inclusivo

Fuente: Redalyc
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Main Author: Charles Gardou
Format: Artículo científico
Language:pt
Published: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul 2015
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author Charles Gardou
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contents Ninguém tem a exclusividade do patrimônio humano e social. O movimento inclusivo Charles Gardou Educación Direitos Deficiência Sociedade inclusiva Patrimônio humano e social Diante da amplitude dos fenômenos de exclusão, o presente artigo utiliza como tema os fundamentos para a vida compartilhada. A partir dos princípios e exigências de uma sociedade inclusiva, pretende estabelecer uma outra visão do patrimônio humano e social, do qual frequentemente permanecem privados os mais frágeis. O argumento explicita o alcance das discriminações permanentemente reproduzidas, revelando as violações de direitos que sofrem, dentre outros desfavorecidos ou marginalizados, aqueles marcados pela deficiência – expressão das fragilidades. Ser inclusivo não é fazer inclusão, para corrigir a posteriori os danos das iniquidades, das categorizações e dos ostracismos. É redefinir e dar novamente sentido à vida social na comunidade, admitindo que cada um de é legatário do que a sociedade tem de mais precioso. 2015 artículo científico 0101-465X https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=84842555010 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=848 Educação application/pdf Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Educação (Brasil) Num.2 Vol.38
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Ninguém tem a exclusividade do patrimônio humano e social. O movimento inclusivo Charles Gardou Educación Direitos Deficiência Sociedade inclusiva Patrimônio humano e social Diante da amplitude dos fenômenos de exclusão, o presente artigo utiliza como tema os fundamentos para a vida compartilhada. A partir dos princípios e exigências de uma sociedade inclusiva, pretende estabelecer uma outra visão do patrimônio humano e social, do qual frequentemente permanecem privados os mais frágeis. O argumento explicita o alcance das discriminações permanentemente reproduzidas, revelando as violações de direitos que sofrem, dentre outros desfavorecidos ou marginalizados, aqueles marcados pela deficiência – expressão das fragilidades. Ser inclusivo não é fazer inclusão, para corrigir a posteriori os danos das iniquidades, das categorizações e dos ostracismos. É redefinir e dar novamente sentido à vida social na comunidade, admitindo que cada um de é legatário do que a sociedade tem de mais precioso. 2015 artículo científico 0101-465X https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=84842555010 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=848 Educação application/pdf Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Educação (Brasil) Num.2 Vol.38
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