ALONGAMENTO ESTÁTICO ATIVO NO DESEMPENHO EM PROVAS DE POTÊNCIA E VELOCIDADE

Fuente: Redalyc
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Auteur principal: Fábio Carlos Lucas de Oliveira
Format: Artículo científico
Langue:pt
Publié: Universidade Iguaçu 2013
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author Fábio Carlos Lucas de Oliveira
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contents ALONGAMENTO ESTÁTICO ATIVO NO DESEMPENHO EM PROVAS DE POTÊNCIA E VELOCIDADE Fábio Carlos Lucas de Oliveira Luis Manuel Pinto Lopes Rama Salud sprint movimento aquecimento salto vertical salto em contra OLIVEIRA, F. C. L.; RAMA, L. M. P. L. Alongamento estático ativo no desempenho em provas de potência e velocidade. Brazilian Journal of Biomotricity. v. 7, n. 2, p. 128-138, 2013. O objetivo deste estudo foi avaliar a influência do alongamento estático ativo em provas de potência e velocidade como o “ salto vertical com contra-movimento ” (CMJ) e o “ sprint de 20 metros”. Vinte e dois jogadores de rugby7 e handebol (24 ± 6,2 anos), masculinos, foram, aleatoriamente, separados em dois grupos (A e B) e submetidos a dois protocolos de aquecimento em dois dias distintos separados 48 horas (1- aquecimento geral + alongamento estático ativo seguido de teste de CMJ e corrida de velocidade de 20 metros (sprint); 2- aquecimento geral seguido de teste de CMJ e sprint 20 metros). Não foram revelados efeitos agudos sobre o desempenho desportivo no CMJ e no sprint (p>0.05). Não houve diferenças estatisticamente significativas na média de velocidade do sprint entre as condições “ com alongamento estático ativo ” e “ sem alongamento ” (22,00 ± 1,13km/h; 21,91 ± 1,20km/h, respectivamente; p=0.828) e na média de altura atingida no CMJ (35,71 ± 6,20cm; 36,12 ± 6,08cm, respectivamente; p=0.788). Conclui-se que o alongamento estático ativo não influencia o desempenho desportivo em provas de potência e velocidade em atletas experientes e de nível competitivo elevado. 2013 artículo científico 1981-6324 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=93028219007 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=930 Brazilian Journal of Biomotricity application/pdf Universidade Iguaçu Brazilian Journal of Biomotricity (Brasil) Num.2 Vol.7
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ALONGAMENTO ESTÁTICO ATIVO NO DESEMPENHO EM PROVAS DE POTÊNCIA E VELOCIDADE Fábio Carlos Lucas de Oliveira Luis Manuel Pinto Lopes Rama Salud sprint movimento aquecimento salto vertical salto em contra OLIVEIRA, F. C. L.; RAMA, L. M. P. L. Alongamento estático ativo no desempenho em provas de potência e velocidade. Brazilian Journal of Biomotricity. v. 7, n. 2, p. 128-138, 2013. O objetivo deste estudo foi avaliar a influência do alongamento estático ativo em provas de potência e velocidade como o “ salto vertical com contra-movimento ” (CMJ) e o “ sprint de 20 metros”. Vinte e dois jogadores de rugby7 e handebol (24 ± 6,2 anos), masculinos, foram, aleatoriamente, separados em dois grupos (A e B) e submetidos a dois protocolos de aquecimento em dois dias distintos separados 48 horas (1- aquecimento geral + alongamento estático ativo seguido de teste de CMJ e corrida de velocidade de 20 metros (sprint); 2- aquecimento geral seguido de teste de CMJ e sprint 20 metros). Não foram revelados efeitos agudos sobre o desempenho desportivo no CMJ e no sprint (p>0.05). Não houve diferenças estatisticamente significativas na média de velocidade do sprint entre as condições “ com alongamento estático ativo ” e “ sem alongamento ” (22,00 ± 1,13km/h; 21,91 ± 1,20km/h, respectivamente; p=0.828) e na média de altura atingida no CMJ (35,71 ± 6,20cm; 36,12 ± 6,08cm, respectivamente; p=0.788). Conclui-se que o alongamento estático ativo não influencia o desempenho desportivo em provas de potência e velocidade em atletas experientes e de nível competitivo elevado. 2013 artículo científico 1981-6324 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=93028219007 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=930 Brazilian Journal of Biomotricity application/pdf Universidade Iguaçu Brazilian Journal of Biomotricity (Brasil) Num.2 Vol.7
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