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|---|---|
| Format: | Artículo científico |
| Langue: | pt |
| Publié: |
Universidade do Vale do Rio dos Sinos
2012
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| Sujets: | |
| Accès en ligne: | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=93823715002 |
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Table des matières:
- A testemunha e a memória. O paradoxo do indizível da tortura e o testemunho do desaparecido Castor M.M. Bartolomé Ruiz Sociología memória violência linguagem Testemunha A violência estrutural moderna tem a marca da biopolítica. No anverso da biopolítica resiste a vítima como testemunha. O testemunho da vítima se constitui num novo acontecimento político que narra o lado oculto da violência, negado pelas políticas de esquecimento dos vitimários e vencedores. O testemunho da vítima carrega o paradoxo do indizível do sofrimento. A linguagem, sendo necessária, torna-se impotente para expressar a totalidade da experiência do sofrimento da vítima. Ao narrar, o testemunho deixa uma zona indizível da violência, que paradoxalmente se torna o essencial do testemunho. Os desaparecidos e torturados pela violência biopolítica se tornam verdadeiras testemunhas no paradoxo de não ter voz por haver desaparecido e na incapacidade de dizer o todo da tortura. 2012 artículo científico 2177-6229 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=93823715002 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=938 Ciências Sociais Unisinos application/pdf Universidade do Vale do Rio dos Sinos Ciências Sociais Unisinos (Brasil) Num.2 Vol.48