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Bibliographic Details
Main Author: Franciele de Fraga Martins
Format: Artículo científico
Language:pt
Published: Academia Paulista de Psicologia 2014
Subjects:
Online Access:https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=94632922014
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Table of Contents:
  • Nível de estresse e principais estressores do motorista de transporte coletivo Franciele de Fraga Martins Regina Maria Fernandes Lopes Marianne Farina Psicología estresse motorista transporte coletivo Atualmente, o mercado de trabalho está com os olhos mais voltados naprodutividade e na busca da satisfação do cliente, deixando, algumas vezes, de preocupar-se com a saúde mental do trabalhador. Dentro disso, está presente o estresse, que é oresultado da interação entre sujeito e ambiente, e os efeitos negativos surgem quando osujeito não possui mais recursos de adaptação. O desgaste gera desconforto, cansaço,diminuição do ritmo de vida e da capacidade de manter o equilíbrio das atividades diárias,podendo ocasionar problemas de saúde e nos relacionamentos pessoais. Assim, asatisfação no trabalho tem despertado interesse no campo das pesquisas devido àsconsequências organizacionais no que se refere ao comportamento do sujeito trabalhador,seu desempenho, afastamentos e estresse ocupacional. Este artigo tem como objetivoavaliar o nível de estresse e identificar os principais estressores do motorista de transportecoletivo. Participam do estudo 80 motoristas de uma empresa localizada na regiãometropolitana de uma capital do estado do sul do Brasil. Para a coleta de dados foiutilizada a Escala dos Principais Estressores e o Inventário de Sintomas de Stress paraAdultos de Lipp. Neste estudo, é encontrado um baixo índice de estresse quando comparadoa outras pesquisas, que foi identificado em 27,5% dos motoristas estudados. Verifica-seque a maior parte da amostra encontra-se na fase de resistência e que há a prevalênciade sintomas psicológicos. Nesta população, os estressores estão relacionados ao exercícioda profissão, e às condições e organização do trabalho. Em função dos estressores nãoserem alterados, pode-se pensar que estes profissionais que apresentam sintomas deestresse, talvez não estejam utilizando as estratégias decopingadequadamente paraenfrentar as situações do dia a dia no trabalho. 2014 artículo científico 1415-711X https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=94632922014 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=946 Boletim Academia Paulista de Psicologia application/pdf Academia Paulista de Psicologia Boletim Academia Paulista de Psicologia (Brasil) Num.87 Vol.34