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Autori principali: Henrique Soeiro de Souza Dias, Felipe Tombini, Franciele Leal Conceição, Eduardo Leal Conceição
Natura: Recurso digital
Lingua:
Pubblicazione: Zenodo 2026
Accesso online:https://doi.org/10.47402/remici.v5n23202026
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Sommario:
  • <p>As alterações climáticas e a variabilidade meteorológica têm sido associadas a impactos na saúde mental. Esta revisão<br>narrativa integra evidências nacionais e internacionais sobre os efeitos de temperaturas extremas (ondas de calor e frio),<br>sazonalidade e fotoperíodo em condições como depressão (incluindo Transtorno Afetivo Sazonal – TAS), suicídio,<br>sintomas psiquiátricos agudos e biomarcadores (ritmos circadianos, melatonina, cortisol, inflamação). Foram priorizados<br>estudos como revisões sistemáticas, meta-análises, séries temporais, coortes e ensaios clínicos, com destaque para<br>comparações entre Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) para TAS e fototerapia. A literatura mostra relação entre<br>aumento térmico e maior procura por serviços de saúde mental, além de possível elevação do risco suicida. Em regiões<br>de alta latitude, a baixa luminosidade invernal associa-se fortemente ao TAS. Biomarcadores apontam desregulação<br>circadiana, disfunção do eixo HPA e inflamação como mecanismos relevantes. Intervenções eficazes incluem fototerapia<br>e TCC para TAS, além de estratégias públicas para lidar com o calor (centros de resfriamento, alertas térmicos). Estudos<br>brasileiros indicam que o calor impacta atendimentos psiquiátricos, especialmente entre os mais vulneráveis.<br>Recomendam-se pesquisas longitudinais com biomarcadores e intervenções em países tropicais, integrando terapias<br>psicoterápicas às políticas públicas climáticas.</p>