Saved in:
| Main Author: | |
|---|---|
| Format: | Recurso digital |
| Language: | |
| Published: |
Zenodo
2025
|
| Subjects: | |
| Online Access: | https://doi.org/10.5281/zenodo.14715230 |
| Tags: |
Add Tag
No Tags, Be the first to tag this record!
|
| _version_ | 1866901703991754752 |
|---|---|
| author | Marques, Fernando |
| author_facet | Marques, Fernando |
| contents | <p><span><span>O princípio da fantasia que move as comédias, tornando-as relativamente independentes das convenções de verossimilhança, aparece de diferentes modos no <em>Auto de Filodemo</em>, de Luís de Camões, na farsa <em>O fidalgo aprendiz</em>, de d. Francisco Manuel de Melo, e nas óperas <em>Vida do grande d. Quixote de la Mancha e do gordo Sancho Pança </em>e <em>Guerras do alecrim e manjerona</em>, de Antônio José da Silva, peças escritas no Portugal dos séculos XVI a XVIII. Na primeira delas, esse princípio se envolve em aura lendária; na segunda, presta-se à caricatura do cotidiano lisboeta no século XVII; nas duas últimas, rompe sem cerimônia os limites do verossímil. Os textos trazem também atenção crítica a suas respectivas épocas no que toca à condição feminina, às injustiças da Justiça ou à linguagem das elites, objeto de sátira dos graciosos. Podemos adicioná-los a nosso repertório adotando uma perspectiva lusófona em relação a eles, especialmente quanto aos textos de Antônio José da Silva.</span></span></p> |
| format | Recurso digital |
| id | zenodo_https___doi_org_10_5281_zenodo_14715230 |
| institution | Zenodo |
| language | |
| publishDate | 2025 |
| publisher | Zenodo |
| record_format | zenodo |
| spellingShingle | Fidalgos e graciosos: a comédia em Portugal do Auto de Filodemo, de Luís de Camões, às óperas de Antônio José da Silva Marques, Fernando Teatro português Comédia Princípio da fantasia Crítica social Portuguese theater Comedy Principle of fantasy Social criticism <p><span><span>O princípio da fantasia que move as comédias, tornando-as relativamente independentes das convenções de verossimilhança, aparece de diferentes modos no <em>Auto de Filodemo</em>, de Luís de Camões, na farsa <em>O fidalgo aprendiz</em>, de d. Francisco Manuel de Melo, e nas óperas <em>Vida do grande d. Quixote de la Mancha e do gordo Sancho Pança </em>e <em>Guerras do alecrim e manjerona</em>, de Antônio José da Silva, peças escritas no Portugal dos séculos XVI a XVIII. Na primeira delas, esse princípio se envolve em aura lendária; na segunda, presta-se à caricatura do cotidiano lisboeta no século XVII; nas duas últimas, rompe sem cerimônia os limites do verossímil. Os textos trazem também atenção crítica a suas respectivas épocas no que toca à condição feminina, às injustiças da Justiça ou à linguagem das elites, objeto de sátira dos graciosos. Podemos adicioná-los a nosso repertório adotando uma perspectiva lusófona em relação a eles, especialmente quanto aos textos de Antônio José da Silva.</span></span></p> |
| title | Fidalgos e graciosos: a comédia em Portugal do Auto de Filodemo, de Luís de Camões, às óperas de Antônio José da Silva |
| topic | Teatro português Comédia Princípio da fantasia Crítica social Portuguese theater Comedy Principle of fantasy Social criticism |
| url | https://doi.org/10.5281/zenodo.14715230 |