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|---|---|
| Format: | Recurso digital |
| Language: | Portuguese |
| Published: |
Zenodo
2024
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| Subjects: | |
| Online Access: | https://doi.org/10.5281/zenodo.14829456 |
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| _version_ | 1866901033646555136 |
|---|---|
| author | GUALBERTO, Géssica Teixeira FERNANDES, Ana Carolina Rola QUINTAO, Gabrielly Vaillant SILVIA, Livia Moreira GOMES, Maria Luiza Cacemiro PASSOS, Camila Mendes dos |
| author_facet | GUALBERTO, Géssica Teixeira FERNANDES, Ana Carolina Rola QUINTAO, Gabrielly Vaillant SILVIA, Livia Moreira GOMES, Maria Luiza Cacemiro PASSOS, Camila Mendes dos |
| contents | <p>Objetivo(s): Descrever a frequência de marcadores de alimentação não saudável em crianças brasileiras menores de dois anos, de acordo com indicadores da interseccionalidade. Método: Estudo transversal e descritivo, com abordagem quantitativa. Foram usados dados de crianças menores de dois anos de idade, da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) de 2019. Os dados foram obtidos em recordatório alimentar, onde o responsável responde positivamente caso a criança tenha ingerido os respectivos alimentos: sucos artificiais; biscoitos ou bolachas ou bolo; doces ou balas ou outros alimentos com açúcar; e refrigerantes. Estimou-se a frequência de consumo para cada um deles de acordo com os indicadores da interseccionalidade (crianças negras de baixa renda). A PNS foi aprovada pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa do Conselho Nacional de Saúde sob o nº 3.529.376. Resultados: Grupo de crianças negras com baixa renda encontrou-se uma frequência de consumo de 20% sucos artificiais; 54,6% biscoitos ou bolachas ou bolo; 25% doces ou balas ou outros alimentos com açúcar; e 12,5% refrigerantes. Enquanto isso, crianças que não são de baixa renda (negras ou não) estimou-se uma frequência de 16% em sucos artificiais; 56,6% biscoitos ou bolachas ou bolo; 23,3% doces ou balas ou outros alimentos com açúcar; e 10,6% refrigerantes. Conclusões: Portanto, as crianças menores de dois anos negras com baixa renda têm maiores frequências na maioria dos marcadores de alimentação não saudável. Os resultados reforçam a existência das disparidades interseccionais (raciais e de renda) à alimentação não saudável na infância.</p> <p><strong> </strong></p> <p>Fontes de financiamento: PIBIC-UFV/ CNPq</p> <p><strong> </strong></p> <p>Conflito de interesse: Não existe.</p> |
| format | Recurso digital |
| id | zenodo_https___doi_org_10_5281_zenodo_14829456 |
| institution | Zenodo |
| language | por |
| publishDate | 2024 |
| publisher | Zenodo |
| record_format | zenodo |
| spellingShingle | DISPARIDADES INTERSECCIONAIS NA PREVALÊNCIA DE MARCADORES DE ALIMENTAÇÃO NÃO SAUDÁVEL EM CRIANÇAS MENORES DE DOIS ANOS GUALBERTO, Géssica Teixeira FERNANDES, Ana Carolina Rola QUINTAO, Gabrielly Vaillant SILVIA, Livia Moreira GOMES, Maria Luiza Cacemiro PASSOS, Camila Mendes dos Alimentação Infantil Assistência Integral à Saúde da Criança Alimentos Industrializados Interseccionalidade <p>Objetivo(s): Descrever a frequência de marcadores de alimentação não saudável em crianças brasileiras menores de dois anos, de acordo com indicadores da interseccionalidade. Método: Estudo transversal e descritivo, com abordagem quantitativa. Foram usados dados de crianças menores de dois anos de idade, da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) de 2019. Os dados foram obtidos em recordatório alimentar, onde o responsável responde positivamente caso a criança tenha ingerido os respectivos alimentos: sucos artificiais; biscoitos ou bolachas ou bolo; doces ou balas ou outros alimentos com açúcar; e refrigerantes. Estimou-se a frequência de consumo para cada um deles de acordo com os indicadores da interseccionalidade (crianças negras de baixa renda). A PNS foi aprovada pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa do Conselho Nacional de Saúde sob o nº 3.529.376. Resultados: Grupo de crianças negras com baixa renda encontrou-se uma frequência de consumo de 20% sucos artificiais; 54,6% biscoitos ou bolachas ou bolo; 25% doces ou balas ou outros alimentos com açúcar; e 12,5% refrigerantes. Enquanto isso, crianças que não são de baixa renda (negras ou não) estimou-se uma frequência de 16% em sucos artificiais; 56,6% biscoitos ou bolachas ou bolo; 23,3% doces ou balas ou outros alimentos com açúcar; e 10,6% refrigerantes. Conclusões: Portanto, as crianças menores de dois anos negras com baixa renda têm maiores frequências na maioria dos marcadores de alimentação não saudável. Os resultados reforçam a existência das disparidades interseccionais (raciais e de renda) à alimentação não saudável na infância.</p> <p><strong> </strong></p> <p>Fontes de financiamento: PIBIC-UFV/ CNPq</p> <p><strong> </strong></p> <p>Conflito de interesse: Não existe.</p> |
| title | DISPARIDADES INTERSECCIONAIS NA PREVALÊNCIA DE MARCADORES DE ALIMENTAÇÃO NÃO SAUDÁVEL EM CRIANÇAS MENORES DE DOIS ANOS |
| topic | Alimentação Infantil Assistência Integral à Saúde da Criança Alimentos Industrializados Interseccionalidade |
| url | https://doi.org/10.5281/zenodo.14829456 |