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| Format: | Recurso digital |
| Language: | |
| Published: |
Zenodo
2024
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| Subjects: | |
| Online Access: | https://doi.org/10.5281/zenodo.14907185 |
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Table of Contents:
- <p><span>Introdução: A lombalgia, também conhecida como dor lombar, é o distúrbio musculoesquelético mais comum na população. Essa patologia, afeta consideravelmente os estudantes universitários, pois interfere diretamente na sua qualidade de vida. Diante disso, identificar as <span>causas subjacentes da lombalgia em universitários é crucial não apenas para fornecer tratamento eficaz, mas também para implementar medidas preventivas que possam melhorar a qualidade de vida e o desempenho acadêmico desses jovens adultos.</span> Objetivo:<span> Este estudo, visa destacar as causas específicas que contribuem para a ocorrência de lombalgia em estudantes universitários.</span> Metodologia: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, realizada por meio da Biblioteca Virtual de Saúde (BVS) nas bases de dados LILACS, MEDLINE e IBECS. Foram encontrados 583 artigos, sendo selecionados 12, através do cruzamento simultâneo entre os descritores “Students”, “Low Back Pain” e “Sedentary Behavior or Exercise”. Quanto aos critérios de inclusão, introduziram-se artigos com texto completo e escritos na língua portuguesa e inglesa. Resultados e Discussão: Diante da análise dos artigos selecionados, determinou-se que a lombalgia em acadêmicos universitários é multifatorial. Tendo como principais fatores de risco o sexo feminino (66,7%), o sedentarismo (41,7%) e os maus hábitos posturais (33,3%). Dispondo em menor relevância, mas também citados, estão o estresse físico/emocional associados à graduação, hábitos como etilismo e tabagismos e elevado índice de massa corporal (IMC). Conclusão: <span>A lombalgia é um desafio significativo para a saúde dos estudantes universitários, visto que é uma patologia multifatorial. No entanto, apesar de o sexo feminino ser o principal fator de risco, na maioria dos estudos, as demais causas são modificáveis podendo ser prevenidas ou tratadas a</span></span><span>través da mudança no estilo de vida, como a realização de atividade física regular,</span><span> melhoria da postura e adoção de hábitos de vida saudáveis, por exemplo</span><span>. Dessa forma, é possível </span><span>diminuir o impacto da lombalgia nessa população, visando melhorar a sua qualidade de vida e, consequentemente, sua saúde.</span></p>