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| Format: | Recurso digital |
| Language: | Portuguese |
| Published: |
Zenodo
2024
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| Subjects: | |
| Online Access: | https://doi.org/10.5281/zenodo.14930962 |
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Table of Contents:
- <div> <p><strong><span><span>Mapa de evidências - Efetividade clínica da Constelação Familiar </span></span></strong></p> </div> <div> <p><span><span>A Constelação Familiar e Sistêmica é uma abordagem terapêutica desenvolvida na década de 1980 com o objetivo de compreender e resolver dinâmicas relacionais, especialmente no contexto familiar. Este mapa apresenta uma visão geral das evidências de eficácia clínica dessa prática para diversos estágios de saúde. A partir de uma ampla revisão bibliográfica e seleção criteriosa, foram incluídos 16 artigos publicados entre 2009 e 2024, sendo 13 estudos com dados primários (ensaios clínicos e relatos de casos) e três revisões sistemáticas. </span></span></p> <p> </p> </div> <div> <p><strong><span><span>Principais Achados </span></span></strong></p> </div> <div> <p><span><span>Os ensaios clínicos estudados (n=6) apresentaram efeitos positivos na saúde mental, com melhora no bem-estar psicológico, na dimensão mental e nas relações sociais, além de redução em sintomas como ansiedade e ideação paranoide. Além disso, alguns estudos indicaram efeitos positivos em sintomas físicos e psicossomáticos, incluindo dermatopatias, bem-estar psíquico e social, intuição e mudanças no comportamento emocional. No entanto, os resultados foram inconclusivos para desfechos relacionados à psicopatologia geral, risco de transtorno alimentar e gravidade de dependência. </span></span></p> <p> </p> </div> <div> <p><strong><span><span>Implicações para a Prática e Pesquisa </span></span></strong></p> </div> <div> <p><span><span>Os achados sugerem que a Constelação Familiar pode trazer benefícios principalmente para a saúde mental, reforçando seu potencial como abordagem terapêutica complementar. Contudo, a baixa confiabilidade das evidências destaca a necessidade de estudos mais robustos para confirmar esses efeitos e compreender melhor seus mecanismos de ação. Para a prática clínica, a abordagem pode ser considerada como uma estratégia complementar, mas deve ser aplicada com cautela e integrada a outros métodos terapêuticos baseados em evidências. Já para a pesquisa, recomenda-se a realização de ensaios clínicos bem delineados, com amostras maiores e metodologias rigorosas, a fim de criar uma base de evidências sobre a segurança e eficácia da FC para estágios de saúde. </span></span></p> </div>