O ATOR-EMANCIPADO E O CINEMA EM CASA

Fuente: Zenodo
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1. Verfasser: Di Carlo, Ricardo
Format: Recurso digital
Veröffentlicht: Zenodo 2025
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_version_ 1866901796414291968
author Di Carlo, Ricardo
author_facet Di Carlo, Ricardo
contents <p><span>Este artigo explora o conceito de ator-emancipado no contexto do cinema independente, com ênfase na autorrealização artística e na criação de narrativas cinematográficas a partir de estruturas mínimas, como o ambiente doméstico. Analisando minha trajetória como ator e cineasta, apresento a prática do "cinema em casa" como uma forma de emancipação artística, na qual a automostração e a emancipação criativa são centrais. Obras como </span><em><span>Morte Súbita</span></em><span> (2014), </span><em><span>L’acteur</span></em><span> (2020) e </span><em><span>Eu, Andrei, Não Te Amo Mais</span></em><span> (2021) exemplificam como é possível realizar filmes de qualidade narrativa e estética fora das estruturas hegemônicas de produção. O estudo utiliza uma abordagem analítico-reflexiva, ancorada nas teorias emancipatórias de Jacques Rancière e Norbert Elias, para discutir como a prática cinematográfica independente transforma o espaço doméstico em um laboratório de experimentação artística. Como resultado, demonstra-se que o "cinema em casa" não apenas amplia a acessibilidade à produção audiovisual, mas também desafia padrões hegemônicos, promovendo representações diversas, como masculinidades não hipermasculinizadas. O artigo conclui que essa prática é um caminho viável e transformador para atores que buscam protagonismo autoral no cinema contemporâneo.</span></p>
format Recurso digital
id zenodo_https___doi_org_10_5281_zenodo_14976665
institution Zenodo
language
publishDate 2025
publisher Zenodo
record_format zenodo
spellingShingle O ATOR-EMANCIPADO E O CINEMA EM CASA
Di Carlo, Ricardo
<p><span>Este artigo explora o conceito de ator-emancipado no contexto do cinema independente, com ênfase na autorrealização artística e na criação de narrativas cinematográficas a partir de estruturas mínimas, como o ambiente doméstico. Analisando minha trajetória como ator e cineasta, apresento a prática do "cinema em casa" como uma forma de emancipação artística, na qual a automostração e a emancipação criativa são centrais. Obras como </span><em><span>Morte Súbita</span></em><span> (2014), </span><em><span>L’acteur</span></em><span> (2020) e </span><em><span>Eu, Andrei, Não Te Amo Mais</span></em><span> (2021) exemplificam como é possível realizar filmes de qualidade narrativa e estética fora das estruturas hegemônicas de produção. O estudo utiliza uma abordagem analítico-reflexiva, ancorada nas teorias emancipatórias de Jacques Rancière e Norbert Elias, para discutir como a prática cinematográfica independente transforma o espaço doméstico em um laboratório de experimentação artística. Como resultado, demonstra-se que o "cinema em casa" não apenas amplia a acessibilidade à produção audiovisual, mas também desafia padrões hegemônicos, promovendo representações diversas, como masculinidades não hipermasculinizadas. O artigo conclui que essa prática é um caminho viável e transformador para atores que buscam protagonismo autoral no cinema contemporâneo.</span></p>
title O ATOR-EMANCIPADO E O CINEMA EM CASA
url https://doi.org/10.5281/zenodo.14976665