| _version_ | 1866901576444018688 |
|---|---|
| author | Mariana Moura Magalhães |
| author_facet | Mariana Moura Magalhães |
| contents | <p>Este trabalho teve por objetivo conhecer os processos da infidelidade conjugal e analisar <br>os mitos que dentro deste contexto são utilizados como forma de resistência para encarar <br>a realidade dos fatos. Nosso enfoque foi observar as mulheres e seus comportamentos <br>quando elas vivenciam a dor da traição. Nosso olhar teve como referencial a abordagem <br>gestáltica, e nossa atenção esteve fortemente voltada para os conceitos de teoria de <br>campo, mecanismos de defesa, disfunção do contato e contato. Para construção dessa <br>monografia seguimos o seguinte percurso: em primeiro lugar fizemos um breve <br>levantamento histórico da relação conjugal desde nossos antepassados até os dias <br>atuais, observando o papel da mulher em suas relações conjugais e a maneira pela qual <br>elas eram tratadas; em seguida, buscamos conhecer formas que fundamentam o <br>processo de infidelidade baseados num perfil romântico de monogamia e, então, <br>verificamos as reações das mulheres quando descobrem que foram traídas por seus <br>cônjuges. Ao final do trabalho, tecemos comentários diante da escolha de viver a <br>exclusividade sexual e levantamos questões sobre uma nova forma de encarar uma <br>relação amorosa na qual esta exclusividade não está presente.</p> |
| format | Recurso digital |
| id | zenodo_https___doi_org_10_5281_zenodo_15019443 |
| institution | Zenodo |
| language | |
| publishDate | 2009 |
| publisher | Zenodo |
| record_format | zenodo |
| spellingShingle | A infidelidade conjugal e seus mitos: uma leitura gestáltica Mariana Moura Magalhães Gestalt-terapia infidelidade conjugal mulher mitos monogamia <p>Este trabalho teve por objetivo conhecer os processos da infidelidade conjugal e analisar <br>os mitos que dentro deste contexto são utilizados como forma de resistência para encarar <br>a realidade dos fatos. Nosso enfoque foi observar as mulheres e seus comportamentos <br>quando elas vivenciam a dor da traição. Nosso olhar teve como referencial a abordagem <br>gestáltica, e nossa atenção esteve fortemente voltada para os conceitos de teoria de <br>campo, mecanismos de defesa, disfunção do contato e contato. Para construção dessa <br>monografia seguimos o seguinte percurso: em primeiro lugar fizemos um breve <br>levantamento histórico da relação conjugal desde nossos antepassados até os dias <br>atuais, observando o papel da mulher em suas relações conjugais e a maneira pela qual <br>elas eram tratadas; em seguida, buscamos conhecer formas que fundamentam o <br>processo de infidelidade baseados num perfil romântico de monogamia e, então, <br>verificamos as reações das mulheres quando descobrem que foram traídas por seus <br>cônjuges. Ao final do trabalho, tecemos comentários diante da escolha de viver a <br>exclusividade sexual e levantamos questões sobre uma nova forma de encarar uma <br>relação amorosa na qual esta exclusividade não está presente.</p> |
| title | A infidelidade conjugal e seus mitos: uma leitura gestáltica |
| topic | Gestalt-terapia infidelidade conjugal mulher mitos monogamia |
| url | https://doi.org/10.5281/zenodo.15019443 |