Mandalas como recurso terapêutico na prática da Gestalt-Terapia

Fuente: Zenodo
Saved in:
Bibliographic Details
Main Authors: Bruna Improta de Oliveira Mendonça, Maria Alice Queiroz de Brito
Format: Recurso digital
Published: Zenodo 2017
Subjects:
Online Access:
Tags: Add Tag
No Tags, Be the first to tag this record!
_version_ 1866902071732600832
author Bruna Improta de Oliveira Mendonça
Maria Alice Queiroz de Brito
author_facet Bruna Improta de Oliveira Mendonça
Maria Alice Queiroz de Brito
contents <p>Mandalas aparecem, desde as culturas mais antigas, como um símbolo de <br>harmonia, integração e transformação. Trata-se de um recurso utilizado em práticas <br>psicoterapêuticas, mas pouco fundamentado teoricamente na perspectiva da <br>Gestalt-terapia. Este artigo busca empreender uma relação sobre as diversas <br>possibilidades de utilização desse recurso na prática clínica sob a fundamentação <br>teórica da Gestalt-terapia. Especificamente, visa revisar criticamente a literatura <br>sobre o tema, fomentar uma ampliação da compreensão do tema em suas <br>possibilidades terapêuticas e, por fim, ampliar a compreensão teórica dessas <br>possibilidades a partir da Gestalt-terapia. A metodologia utilizada foi a revisão <br>sistemática da literatura. Os resultados encontrados demonstram que o tema ainda <br>possui extensa lacuna na perspectiva teórica mencionada, contudo em sua <br>utilização na prática psicoterapêutica, trata-se de um recurso que facilita a revelação <br>do modo de funcionamento do seu criador, facilitando o estabelecimento de <br>"awareness", liberação de "gestalten" cristalizadas, integração dos conteúdos <br>liberados, revelação dos mecanismos de defesa e o modo de operar em suas <br>relações com o outro e com o mundo, e, consequentemente, proporcionando a <br>possibilidade de um contato mais genuíno e fluido.</p>
format Recurso digital
id zenodo_https___doi_org_10_5281_zenodo_15054648
institution Zenodo
language
publishDate 2017
publisher Zenodo
record_format zenodo
spellingShingle Mandalas como recurso terapêutico na prática da Gestalt-Terapia
Bruna Improta de Oliveira Mendonça
Maria Alice Queiroz de Brito
Gestalt-terapia; Mandalas; Técnicas Gestálticas.
<p>Mandalas aparecem, desde as culturas mais antigas, como um símbolo de <br>harmonia, integração e transformação. Trata-se de um recurso utilizado em práticas <br>psicoterapêuticas, mas pouco fundamentado teoricamente na perspectiva da <br>Gestalt-terapia. Este artigo busca empreender uma relação sobre as diversas <br>possibilidades de utilização desse recurso na prática clínica sob a fundamentação <br>teórica da Gestalt-terapia. Especificamente, visa revisar criticamente a literatura <br>sobre o tema, fomentar uma ampliação da compreensão do tema em suas <br>possibilidades terapêuticas e, por fim, ampliar a compreensão teórica dessas <br>possibilidades a partir da Gestalt-terapia. A metodologia utilizada foi a revisão <br>sistemática da literatura. Os resultados encontrados demonstram que o tema ainda <br>possui extensa lacuna na perspectiva teórica mencionada, contudo em sua <br>utilização na prática psicoterapêutica, trata-se de um recurso que facilita a revelação <br>do modo de funcionamento do seu criador, facilitando o estabelecimento de <br>"awareness", liberação de "gestalten" cristalizadas, integração dos conteúdos <br>liberados, revelação dos mecanismos de defesa e o modo de operar em suas <br>relações com o outro e com o mundo, e, consequentemente, proporcionando a <br>possibilidade de um contato mais genuíno e fluido.</p>
title Mandalas como recurso terapêutico na prática da Gestalt-Terapia
topic Gestalt-terapia; Mandalas; Técnicas Gestálticas.
url https://doi.org/10.5281/zenodo.15054648