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Main Authors: Erdağ, Teoman, Pasieczna-Dixit, Aleksandra, Szydłowska, Magdalena, Akpınar, Ali Talip
Format: Recurso digital
Language:
Published: Zenodo 2025
Online Access:https://doi.org/10.5281/zenodo.15525640
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_version_ 1866902136900550656
author Erdağ, Teoman
Pasieczna-Dixit, Aleksandra
Szydłowska, Magdalena
Akpınar, Ali Talip
author_facet Erdağ, Teoman
Pasieczna-Dixit, Aleksandra
Szydłowska, Magdalena
Akpınar, Ali Talip
contents <p><u><span lang="EN-GB">Abstract</span></u><span lang="EN-GB">: </span><span><span lang="EN">This study investigates the prevalence and determinants of burnout among young adult employees in Poland, focusing on a sample of 166 respondents surveyed via Google Forms. Using the Polish adaptation of the Maslach Burnout Inventory, we analyzed three dimensions of burnout: emotional exhaustion, depersonalization, and personal accomplishment. Six demographic variables were considered, age, gender, education level, monthly salary, civil status, and family structure, with only the civil status of individuals being significantly linked to burnout. Individuals who did not have a partner reported higher burnout than those living with a partner, highlighting the importance of social factors in reducing burnout. Beyond this, prioritizing job satisfaction over salary emerged as a significant factor, with individuals who prioritized that reported lower burnout. Perceived salary adequacy, as opposed to the actual monthly salary, and perceived physical health correlated significantly with reduced burnout levels, emphasizing the impact of financial and health perceptions on employee well-being. Additionally, perceptions of managerial fairness and freedom of expression significantly influenced burnout, underlining the importance of supportive workplace environments. Overall, the results suggest that while most demographic factors may not significantly influence burnout, social factors, subjective evaluations of job, and organizational culture play a crucial role as indicators of employee mental health. This research underscores the need for organizations to foster environments that promote satisfaction, fairness, and open communication to mitigate burnout risks among young employees.</span></span></p> <p><u><span lang="EN-GB">Keywords</span></u><span lang="EN-GB">: </span><span lang="EN-US">Burnout Syndrome, Work Culture, Personal Well-Being, Young Adults.</span></p> <p> </p> <p><span lang="EN-US">_______________</span></p> <p> </p> <p><strong><span lang="EN-US">Além do Ponto de Ruptura: Examinando as Raízes do Burnout na Cultura de Trabalho e no Bem-Estar Pessoal. Um Estudo sobre Jovens Adultos</span></strong></p> <p><u><span>Resumo</span></u><span>:</span><span> Este estudo investiga a prevalência e os determinantes do <em>burnout</em> entre jovens adultos empregados na Polônia, com foco em uma amostra de 166 respondentes, que participaram de uma pesquisa realizada por meio do Google Forms. Utilizando a adaptação polonesa do Maslach Burnout Inventory, foram analisadas três dimensões do <em>burnout</em>: exaustão emocional, despersonalização e realização pessoal. Seis variáveis demográficas foram consideradas: idade, sexo, nível de escolaridade, salário mensal, estado civil e estrutura familiar. Apenas o estado civil dos indivíduos se mostrou significativamente relacionado ao <em>burnout</em>. Indivíduos sem parceiro relataram níveis mais elevados de <em>burnout </em>em comparação com aqueles que viviam com um parceiro, destacando a importância dos fatores sociais na redução do <em>burnout</em>. Além disso, a priorização da satisfação no trabalho em relação ao salário emergiu como um fator significativo, com os indivíduos que priorizaram isso a revelar menores níveis de <em>burnout</em>. A perceção de adequação salarial, ao contrário do salário mensal real, e a perceção de saúde física correlacionaram-se significativamente com níveis reduzidos de <em>burnout</em>, enfatizando o impacto das perceções financeiras e de saúde no bem-estar. Adicionalmente, a perceção de justiça gerencial e a liberdade de expressão influenciaram significativamente o burnout, destacando a importância de ambientes de trabalho que ofereçam apoio. Em geral, os resultados sugerem que, embora a maioria dos fatores demográficos não influencie significativamente o <em>burnout</em>, fatores sociais, avaliações subjetivas do trabalho e a cultura organizacional desempenham um papel crucial como indicadores da saúde mental dos empregados. Esta pesquisa sublinha a necessidade de as organizações promoverem ambientes que incentivem a satisfação, a justiça e a comunicação aberta para mitigar os riscos de <em>burnout</em> entre os jovens empregados. <span> </span></span></p> <p><u><span>Palavras-chave</span></u><span>: Síndrome de <em>Burnout</em>, Cultura de Trabalho, Bem-Estar Pessoal, Jovens Adultos.</span></p>
format Recurso digital
id zenodo_https___doi_org_10_5281_zenodo_15525640
institution Zenodo
language
publishDate 2025
publisher Zenodo
record_format zenodo
spellingShingle Beyond the Breaking Point: Examining Burnout's Roots in Work Culture and Personal Well-Being. A Study on Young Adults
Erdağ, Teoman
Pasieczna-Dixit, Aleksandra
Szydłowska, Magdalena
Akpınar, Ali Talip
<p><u><span lang="EN-GB">Abstract</span></u><span lang="EN-GB">: </span><span><span lang="EN">This study investigates the prevalence and determinants of burnout among young adult employees in Poland, focusing on a sample of 166 respondents surveyed via Google Forms. Using the Polish adaptation of the Maslach Burnout Inventory, we analyzed three dimensions of burnout: emotional exhaustion, depersonalization, and personal accomplishment. Six demographic variables were considered, age, gender, education level, monthly salary, civil status, and family structure, with only the civil status of individuals being significantly linked to burnout. Individuals who did not have a partner reported higher burnout than those living with a partner, highlighting the importance of social factors in reducing burnout. Beyond this, prioritizing job satisfaction over salary emerged as a significant factor, with individuals who prioritized that reported lower burnout. Perceived salary adequacy, as opposed to the actual monthly salary, and perceived physical health correlated significantly with reduced burnout levels, emphasizing the impact of financial and health perceptions on employee well-being. Additionally, perceptions of managerial fairness and freedom of expression significantly influenced burnout, underlining the importance of supportive workplace environments. Overall, the results suggest that while most demographic factors may not significantly influence burnout, social factors, subjective evaluations of job, and organizational culture play a crucial role as indicators of employee mental health. This research underscores the need for organizations to foster environments that promote satisfaction, fairness, and open communication to mitigate burnout risks among young employees.</span></span></p> <p><u><span lang="EN-GB">Keywords</span></u><span lang="EN-GB">: </span><span lang="EN-US">Burnout Syndrome, Work Culture, Personal Well-Being, Young Adults.</span></p> <p> </p> <p><span lang="EN-US">_______________</span></p> <p> </p> <p><strong><span lang="EN-US">Além do Ponto de Ruptura: Examinando as Raízes do Burnout na Cultura de Trabalho e no Bem-Estar Pessoal. Um Estudo sobre Jovens Adultos</span></strong></p> <p><u><span>Resumo</span></u><span>:</span><span> Este estudo investiga a prevalência e os determinantes do <em>burnout</em> entre jovens adultos empregados na Polônia, com foco em uma amostra de 166 respondentes, que participaram de uma pesquisa realizada por meio do Google Forms. Utilizando a adaptação polonesa do Maslach Burnout Inventory, foram analisadas três dimensões do <em>burnout</em>: exaustão emocional, despersonalização e realização pessoal. Seis variáveis demográficas foram consideradas: idade, sexo, nível de escolaridade, salário mensal, estado civil e estrutura familiar. Apenas o estado civil dos indivíduos se mostrou significativamente relacionado ao <em>burnout</em>. Indivíduos sem parceiro relataram níveis mais elevados de <em>burnout </em>em comparação com aqueles que viviam com um parceiro, destacando a importância dos fatores sociais na redução do <em>burnout</em>. Além disso, a priorização da satisfação no trabalho em relação ao salário emergiu como um fator significativo, com os indivíduos que priorizaram isso a revelar menores níveis de <em>burnout</em>. A perceção de adequação salarial, ao contrário do salário mensal real, e a perceção de saúde física correlacionaram-se significativamente com níveis reduzidos de <em>burnout</em>, enfatizando o impacto das perceções financeiras e de saúde no bem-estar. Adicionalmente, a perceção de justiça gerencial e a liberdade de expressão influenciaram significativamente o burnout, destacando a importância de ambientes de trabalho que ofereçam apoio. Em geral, os resultados sugerem que, embora a maioria dos fatores demográficos não influencie significativamente o <em>burnout</em>, fatores sociais, avaliações subjetivas do trabalho e a cultura organizacional desempenham um papel crucial como indicadores da saúde mental dos empregados. Esta pesquisa sublinha a necessidade de as organizações promoverem ambientes que incentivem a satisfação, a justiça e a comunicação aberta para mitigar os riscos de <em>burnout</em> entre os jovens empregados. <span> </span></span></p> <p><u><span>Palavras-chave</span></u><span>: Síndrome de <em>Burnout</em>, Cultura de Trabalho, Bem-Estar Pessoal, Jovens Adultos.</span></p>
title Beyond the Breaking Point: Examining Burnout's Roots in Work Culture and Personal Well-Being. A Study on Young Adults
url https://doi.org/10.5281/zenodo.15525640