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| Autore principale: | |
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| Natura: | Recurso digital |
| Lingua: | |
| Pubblicazione: |
Zenodo
2025
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| Soggetti: | |
| Accesso online: | https://doi.org/10.5281/zenodo.15580288 |
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Sommario:
- <p><strong><span>Introdução: </span></strong><span>O herpes simples labial, provocado pelo vírus Herpes Simplex do Tipo 1, é uma infecção recorrente que afeta regiões de cavidade oral, em especial, os lábios. Por ser altamente transmissível, quando na fase ativa, podendo também interferir nas relações sociais, torna-se válido compreender as bases farmacológicas das drogas utilizadas para seu tratamento. <strong>Objetivo: </strong>Revisar as terapias farmacológicas tópicas do herpes simples labial. <strong>Metodologia: </strong>Por se tratar de uma revisão narrativa da literatura, buscou-se uma abrangência de fontes variando de artigos científicos coletados de forma livre em bases de dados, bem como em livros acadêmicos adotados no ensino superior. Foram revisados conceitos, dos mais básicos aos específicos, do mecanismo de ação das drogas. <strong>Resultados: </strong>A principais drogas disponíveis encontram-se na forma de cremes ou pomadas, com variadas posologias, em geral, com várias aplicações durante o dia, até a fase ativa da doença finalizar. A idoxuridina age substituindo-se a timidina do DNA do vírus, impedindo as enzimas fosforilase timidilato e DNA polimerases virais de funcionar corretamente. Atualmente, drogas como o aciclovir e o penciclovir são as mais utilizadas. Essas pró-drogas são ativadas pela timidina quinase viral para se tornarem inibidores da DNA-polimerase, bloqueando a síntese viral de DNA. <strong>Conclusão: </strong>As drogas tópicas mais utilizadas são antivirais que atuam em algum ponto da cadeia de replicação do vírus dentro das células, com destaque para a idoxuridina e aciclovir e penciclovir.</span></p>