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Bibliographic Details
Main Authors: Mininel, Francisco José, Ximenes Mininel, Silvana Márcia
Format: Recurso digital
Language:
Published: Zenodo 2025
Subjects:
Online Access:https://doi.org/10.5281/zenodo.15622341
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  • Cucumis anguria L. é a designação científica do maxixe, uma planta herbácea rasteira ou trepadeira da família das Cucurbitaceae, também conhecida como boga-boga, cayo ou taiú-de-comer. É nativa da África e foi introduzida no Brasil por escravos africanos, sendo popularmente consumida no Norte e Nordeste do país. A literatura evidencia que o Cucumis anguria L. possui biologicamente substâncias potencialmente importantes, como o betacaroteno, ação antioxidante, compostos fenólicos, que atuam na captura dos radicais livres, sendo estes radicais maléficos e precursores de diversas patologias no ser humano. Dentre as patologias que podem ser evitadas por fenólicos e antioxidantes estão: aterosclerose, tumores, artrite reumática, doenças metabólicas e degenerativas. Na crença popular o consumo desse fruto está ligado a diminuição dos níveis de glicose na corrente sanguínea, sendo comumente utilizados de diabéticos. Além desses achados, há ação terapêutica anti-helmíntica, combate a hemorroidas, atividade antiemético e laxante. Neste trabalho, detectou-se uma série de classes de substâncias a partir da tintura produzida das folhas da espécie vegetal. A granulometria do pó e a quantidade de cinzas totais do pó da droga pode ser parâmetros importantes na identificação de drogas produzidas a partir da planta.