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| Autore principale: | |
|---|---|
| Natura: | Recurso digital |
| Lingua: | portoghese |
| Pubblicazione: |
Zenodo
2025
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| Soggetti: | |
| Accesso online: | https://doi.org/10.5281/zenodo.15721225 |
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Sommario:
- <p><span>A partir de uma afirmação sobre a inserção de artistas indígenas no circuito da arte contemporânea feita por Ailton Krenak, a presente reflexão intenta perceber a constituição de uma imaginária das gentes dos brasis na história da arte, desde o início da modernidade/colonialidade europeia. Como essa produção se tornou indício de "ancestralidade" na cultura visual brasileira? De que maneira a arte indígena passou de um status (então considerado) meramente artesanal e "primitivo" na modernidade, para um status "artístico" afinado com a contemporaneidade? Recorrendo (além de Krenak) à Jacques Le Goff, Aimé Césaire e Serge Gruzinski (dentre outros), este ensaio pretende refletir sobre os paradoxos visíveis nas encruzilhadas da arte quando culturas estéticas diversas são postas em contato.</span></p>