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Main Authors: Isabella Brito dos Santos, Wigor Ruan da Silva Correa, Pablinny da Silva Santos, Thiago Santos Borges, Francisco Antonio da Cruz dos Santos, Geovania Alencar de Sousa, Marcelino Santos Neto
Format: Recurso digital
Language:
Published: Zenodo 2025
Online Access:https://doi.org/10.5281/zenodo.16104412
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author Isabella Brito dos Santos
Wigor Ruan da Silva Correa
Pablinny da Silva Santos
Thiago Santos Borges
Francisco Antonio da Cruz dos Santos
Geovania Alencar de Sousa
Marcelino Santos Neto
author_facet Isabella Brito dos Santos
Wigor Ruan da Silva Correa
Pablinny da Silva Santos
Thiago Santos Borges
Francisco Antonio da Cruz dos Santos
Geovania Alencar de Sousa
Marcelino Santos Neto
contents <div> <p><span><span lang="PT">Introdução:</span></span><span> As Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) são causadas por vírus, bactérias ou outros microrganismos, são transmitidas principalmente por meio do contato sexual (oral, vaginal, anal) sem o uso de preservativo. Durante a gravidez, quando as mães não são rastreadas e tratadas devidamente, a transmissão vertical (TV), da mãe para o bebê, pode acontecer pela via transplacentária, no momento do parto, ou até mesmo durante a amamentação. Dentre essas patologias, o <em>HIV</em>, a Sífilis e a Hepatite B, destacam-se como alvos de investigação. </span><span><span lang="PT">Objetivo:</span></span><span> Identificar as lacunas no manejo das ISTs em gestantes, analisando o seu impacto na transmissão materno-fetal.  </span><span><span lang="PT">Metodologia:</span></span><span> Trata-se de uma revisão integrativa de literatura, realizada em fevereiro de 2025. A análise foi executada nas bases de dados Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS) e <em>Medical Literature Analysis and Retrieval System Online</em> (MEDLINE), com os Descritores em Ciências da Saúde (DeCS/MeSH): “Gravidez”, “Infecções Sexualmente Transmissíveis”, “Transmissão Vertical de Doença Infecciosa”, “Diagnóstico” e “Terapêutica”, combinados com o operador booleano AND. Variações em inglês, português e espanhol foram agrupadas com o operador OR. Os critérios de inclusão foram: artigos originais e completos, em português, inglês e espanhol, publicados de 2020 a 2025. Excluiu-se estudos duplicados e que não respondiam ao objetivo proposto. Foram encontrados 79 resultados, depois da análise dos títulos, resumos e trabalhos na íntegra, 3 encaixaram-se nas métricas. </span><span><span lang="PT">Resultados:</span></span><span> Quando se trata de ISTs durante a gravidez, a prevenção para a TV começa no pré-natal, com a realização de testes rápidos, no 1º trimestre de gravidez, no 3º trimestre e, se necessário, no momento do parto, o que possibilita a identificação de infecções adquiridas depois do primeiro trimestre ou em “janela imunológica”. Além de testes rápidos, métodos laboratoriais são utilizados, como o <em>ELISA</em> (investigação de <em>HIV</em>). Na investigação de sífilis, ocorre o uso do <em>VDRL</em> e <em>FTA-ABS</em>. Já na averiguação de Hepatite B há a realização de exames sorológicos, como a pesquisa de HBsAg. Nesse período de testagem ocorrem as principais falhas na prevenção de TV: entrada tardia no atendimento pré-natal, não realização de testes no primeiro semestre ou a falta de repetição momento do parto e não monitoramento da Carga Viral ou contagem de CD4 no pré‐natal (casos de <em>HIV</em>). Outro momento importante para a prevenção, é o tratamento. Em casos de <em>HIV</em> ocorre com terapia antirretroviral (TARV), como Tenofovir, a Sífilis é tratada com Benzilpenicilina Benzatina e a Hepatite B com antivirais, nesse momento é a falta de acesso à informação que possibilita a TV, não esclarecimento sobre a importância da TARV, que deve ser realizada pela gestante e pelo seu parceiro sexual, além da falta de orientação sobre a não recomendação do aleitamento materno por parturientes <em>HIV</em>+. </span><span><span lang="PT">Conclusão:</span></span><span> Os resultados evidenciam que os cuidados preventivos direcionados a TV de ISTs começam na entrada da gestante no consultório e não terminam depois do parto, o que reforça a ideia de que a orientação correta e atenção do profissional de saúde são as ferramentas chave perante esse problema de saúde pública.  </span></p> <p><span><span lang="PT">Palavras-chave:</span></span><strong><span lang="PT"> </span></strong><span>Gravidez; Infecções Sexualmente Transmissíveis; Transmissão Vertical de Doença Infecciosa; Diagnóstico; Terapêutica. </span></p> </div> <p> </p>
format Recurso digital
id zenodo_https___doi_org_10_5281_zenodo_16104412
institution Zenodo
language
publishDate 2025
publisher Zenodo
record_format zenodo
spellingShingle INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS (ISTs) NA GESTAÇÃO: A OCORRÊNCIA DE TRANSMISSÃO VERTICAL
Isabella Brito dos Santos
Wigor Ruan da Silva Correa
Pablinny da Silva Santos
Thiago Santos Borges
Francisco Antonio da Cruz dos Santos
Geovania Alencar de Sousa
Marcelino Santos Neto
<div> <p><span><span lang="PT">Introdução:</span></span><span> As Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) são causadas por vírus, bactérias ou outros microrganismos, são transmitidas principalmente por meio do contato sexual (oral, vaginal, anal) sem o uso de preservativo. Durante a gravidez, quando as mães não são rastreadas e tratadas devidamente, a transmissão vertical (TV), da mãe para o bebê, pode acontecer pela via transplacentária, no momento do parto, ou até mesmo durante a amamentação. Dentre essas patologias, o <em>HIV</em>, a Sífilis e a Hepatite B, destacam-se como alvos de investigação. </span><span><span lang="PT">Objetivo:</span></span><span> Identificar as lacunas no manejo das ISTs em gestantes, analisando o seu impacto na transmissão materno-fetal.  </span><span><span lang="PT">Metodologia:</span></span><span> Trata-se de uma revisão integrativa de literatura, realizada em fevereiro de 2025. A análise foi executada nas bases de dados Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS) e <em>Medical Literature Analysis and Retrieval System Online</em> (MEDLINE), com os Descritores em Ciências da Saúde (DeCS/MeSH): “Gravidez”, “Infecções Sexualmente Transmissíveis”, “Transmissão Vertical de Doença Infecciosa”, “Diagnóstico” e “Terapêutica”, combinados com o operador booleano AND. Variações em inglês, português e espanhol foram agrupadas com o operador OR. Os critérios de inclusão foram: artigos originais e completos, em português, inglês e espanhol, publicados de 2020 a 2025. Excluiu-se estudos duplicados e que não respondiam ao objetivo proposto. Foram encontrados 79 resultados, depois da análise dos títulos, resumos e trabalhos na íntegra, 3 encaixaram-se nas métricas. </span><span><span lang="PT">Resultados:</span></span><span> Quando se trata de ISTs durante a gravidez, a prevenção para a TV começa no pré-natal, com a realização de testes rápidos, no 1º trimestre de gravidez, no 3º trimestre e, se necessário, no momento do parto, o que possibilita a identificação de infecções adquiridas depois do primeiro trimestre ou em “janela imunológica”. Além de testes rápidos, métodos laboratoriais são utilizados, como o <em>ELISA</em> (investigação de <em>HIV</em>). Na investigação de sífilis, ocorre o uso do <em>VDRL</em> e <em>FTA-ABS</em>. Já na averiguação de Hepatite B há a realização de exames sorológicos, como a pesquisa de HBsAg. Nesse período de testagem ocorrem as principais falhas na prevenção de TV: entrada tardia no atendimento pré-natal, não realização de testes no primeiro semestre ou a falta de repetição momento do parto e não monitoramento da Carga Viral ou contagem de CD4 no pré‐natal (casos de <em>HIV</em>). Outro momento importante para a prevenção, é o tratamento. Em casos de <em>HIV</em> ocorre com terapia antirretroviral (TARV), como Tenofovir, a Sífilis é tratada com Benzilpenicilina Benzatina e a Hepatite B com antivirais, nesse momento é a falta de acesso à informação que possibilita a TV, não esclarecimento sobre a importância da TARV, que deve ser realizada pela gestante e pelo seu parceiro sexual, além da falta de orientação sobre a não recomendação do aleitamento materno por parturientes <em>HIV</em>+. </span><span><span lang="PT">Conclusão:</span></span><span> Os resultados evidenciam que os cuidados preventivos direcionados a TV de ISTs começam na entrada da gestante no consultório e não terminam depois do parto, o que reforça a ideia de que a orientação correta e atenção do profissional de saúde são as ferramentas chave perante esse problema de saúde pública.  </span></p> <p><span><span lang="PT">Palavras-chave:</span></span><strong><span lang="PT"> </span></strong><span>Gravidez; Infecções Sexualmente Transmissíveis; Transmissão Vertical de Doença Infecciosa; Diagnóstico; Terapêutica. </span></p> </div> <p> </p>
title INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS (ISTs) NA GESTAÇÃO: A OCORRÊNCIA DE TRANSMISSÃO VERTICAL
url https://doi.org/10.5281/zenodo.16104412