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| Format: | Recurso digital |
| Language: | |
| Published: |
Zenodo
2025
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| Online Access: | https://doi.org/10.5281/zenodo.16104412 |
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Table of Contents:
- <div> <p><span><span lang="PT">Introdução:</span></span><span> As Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) são causadas por vírus, bactérias ou outros microrganismos, são transmitidas principalmente por meio do contato sexual (oral, vaginal, anal) sem o uso de preservativo. Durante a gravidez, quando as mães não são rastreadas e tratadas devidamente, a transmissão vertical (TV), da mãe para o bebê, pode acontecer pela via transplacentária, no momento do parto, ou até mesmo durante a amamentação. Dentre essas patologias, o <em>HIV</em>, a Sífilis e a Hepatite B, destacam-se como alvos de investigação. </span><span><span lang="PT">Objetivo:</span></span><span> Identificar as lacunas no manejo das ISTs em gestantes, analisando o seu impacto na transmissão materno-fetal. </span><span><span lang="PT">Metodologia:</span></span><span> Trata-se de uma revisão integrativa de literatura, realizada em fevereiro de 2025. A análise foi executada nas bases de dados Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS) e <em>Medical Literature Analysis and Retrieval System Online</em> (MEDLINE), com os Descritores em Ciências da Saúde (DeCS/MeSH): “Gravidez”, “Infecções Sexualmente Transmissíveis”, “Transmissão Vertical de Doença Infecciosa”, “Diagnóstico” e “Terapêutica”, combinados com o operador booleano AND. Variações em inglês, português e espanhol foram agrupadas com o operador OR. Os critérios de inclusão foram: artigos originais e completos, em português, inglês e espanhol, publicados de 2020 a 2025. Excluiu-se estudos duplicados e que não respondiam ao objetivo proposto. Foram encontrados 79 resultados, depois da análise dos títulos, resumos e trabalhos na íntegra, 3 encaixaram-se nas métricas. </span><span><span lang="PT">Resultados:</span></span><span> Quando se trata de ISTs durante a gravidez, a prevenção para a TV começa no pré-natal, com a realização de testes rápidos, no 1º trimestre de gravidez, no 3º trimestre e, se necessário, no momento do parto, o que possibilita a identificação de infecções adquiridas depois do primeiro trimestre ou em “janela imunológica”. Além de testes rápidos, métodos laboratoriais são utilizados, como o <em>ELISA</em> (investigação de <em>HIV</em>). Na investigação de sífilis, ocorre o uso do <em>VDRL</em> e <em>FTA-ABS</em>. Já na averiguação de Hepatite B há a realização de exames sorológicos, como a pesquisa de HBsAg. Nesse período de testagem ocorrem as principais falhas na prevenção de TV: entrada tardia no atendimento pré-natal, não realização de testes no primeiro semestre ou a falta de repetição momento do parto e não monitoramento da Carga Viral ou contagem de CD4 no pré‐natal (casos de <em>HIV</em>). Outro momento importante para a prevenção, é o tratamento. Em casos de <em>HIV</em> ocorre com terapia antirretroviral (TARV), como Tenofovir, a Sífilis é tratada com Benzilpenicilina Benzatina e a Hepatite B com antivirais, nesse momento é a falta de acesso à informação que possibilita a TV, não esclarecimento sobre a importância da TARV, que deve ser realizada pela gestante e pelo seu parceiro sexual, além da falta de orientação sobre a não recomendação do aleitamento materno por parturientes <em>HIV</em>+. </span><span><span lang="PT">Conclusão:</span></span><span> Os resultados evidenciam que os cuidados preventivos direcionados a TV de ISTs começam na entrada da gestante no consultório e não terminam depois do parto, o que reforça a ideia de que a orientação correta e atenção do profissional de saúde são as ferramentas chave perante esse problema de saúde pública. </span></p> <p><span><span lang="PT">Palavras-chave:</span></span><strong><span lang="PT"> </span></strong><span>Gravidez; Infecções Sexualmente Transmissíveis; Transmissão Vertical de Doença Infecciosa; Diagnóstico; Terapêutica. </span></p> </div> <p> </p>