RETRATAR, REINICIAR E RETERRITORIALIZAR: DESCOLONIZANDO PELO AFETO A EXPERIÊNCIA DIGITAL ALGORITMICAMENTE CONFIGURADA
Fuente:
Zenodo
Salvato in:
| Autori principali: | , |
|---|---|
| Natura: | Recurso digital |
| Lingua: | portoghese |
| Pubblicazione: |
Zenodo
2025
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| Soggetti: | |
| Accesso online: | |
| Tags: |
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| _version_ | 1866901231023161344 |
|---|---|
| author | Torraca, Lia Beatriz Teixeira Ponciano, Edna Lúcia Tinoco |
| author_facet | Torraca, Lia Beatriz Teixeira Ponciano, Edna Lúcia Tinoco |
| contents | <p><strong><span>Resumo: </span></strong><span>A crise de COVID-19 evidenciou desafios de uma vida desterritorializada, conforme Pierre Lévy entende os processos de virtualização dos corpos, sejam eles de sujeitos ou objetos. Embora a virtualização permita a criação e manifestação de novas formas de afetos, os desafios emergem de um roteiro configurado algoritmicamente pelas plataformas de mídia social, responsáveis por um novo modelo de poder estabelecido a partir da modulagem perceptiva e calibragem afetiva do sujeito/usuário. O padrão comportamental do sujeito/usuário é o principal dado capturado artificialmente para alimentar os sistemas de configuração algorítmica das plataformas de mídias sociais. A regência dos algoritmos por meio do extrativismo digital revela a atualização da estética colonialista, denominada por Nick Couldry e Ulises Mejias como <em>data colonialism.</em> Com base em uma pesquisa qualitativa, buscamos compreender a experiência de jovens usuários na plataforma <em>Instagram</em>, com o objetivo de construir e oferecer estratégias descolonizadoras a partir da investigação sobre a atuação dos afetos nas relações gerenciadas por algoritmos. Por meio de grupos de discussão com jovens, participantes e atendidos pelo laboratório DERA-UERJ, pretende-se reconhecer e construir estratégias articuladas à experiência fotográfica e às novas formas de produção de imagens. Será apresentada proposta de educação, financiada pela FAPERJ, voltada para o visual digital, e ancorada na Teoria dos Afetos de Silvan Tomkins, como suporte teórico-metodológico, em associação ao método fenomenológico de Maurice Merleau-Ponty.</span></p> |
| format | Recurso digital |
| id | zenodo_https___doi_org_10_5281_zenodo_16279840 |
| institution | Zenodo |
| language | por |
| publishDate | 2025 |
| publisher | Zenodo |
| record_format | zenodo |
| spellingShingle | RETRATAR, REINICIAR E RETERRITORIALIZAR: DESCOLONIZANDO PELO AFETO A EXPERIÊNCIA DIGITAL ALGORITMICAMENTE CONFIGURADA Torraca, Lia Beatriz Teixeira Ponciano, Edna Lúcia Tinoco Afeto; Fotografia; Colonialismo de Dados; Instagram. <p><strong><span>Resumo: </span></strong><span>A crise de COVID-19 evidenciou desafios de uma vida desterritorializada, conforme Pierre Lévy entende os processos de virtualização dos corpos, sejam eles de sujeitos ou objetos. Embora a virtualização permita a criação e manifestação de novas formas de afetos, os desafios emergem de um roteiro configurado algoritmicamente pelas plataformas de mídia social, responsáveis por um novo modelo de poder estabelecido a partir da modulagem perceptiva e calibragem afetiva do sujeito/usuário. O padrão comportamental do sujeito/usuário é o principal dado capturado artificialmente para alimentar os sistemas de configuração algorítmica das plataformas de mídias sociais. A regência dos algoritmos por meio do extrativismo digital revela a atualização da estética colonialista, denominada por Nick Couldry e Ulises Mejias como <em>data colonialism.</em> Com base em uma pesquisa qualitativa, buscamos compreender a experiência de jovens usuários na plataforma <em>Instagram</em>, com o objetivo de construir e oferecer estratégias descolonizadoras a partir da investigação sobre a atuação dos afetos nas relações gerenciadas por algoritmos. Por meio de grupos de discussão com jovens, participantes e atendidos pelo laboratório DERA-UERJ, pretende-se reconhecer e construir estratégias articuladas à experiência fotográfica e às novas formas de produção de imagens. Será apresentada proposta de educação, financiada pela FAPERJ, voltada para o visual digital, e ancorada na Teoria dos Afetos de Silvan Tomkins, como suporte teórico-metodológico, em associação ao método fenomenológico de Maurice Merleau-Ponty.</span></p> |
| title | RETRATAR, REINICIAR E RETERRITORIALIZAR: DESCOLONIZANDO PELO AFETO A EXPERIÊNCIA DIGITAL ALGORITMICAMENTE CONFIGURADA |
| topic | Afeto; Fotografia; Colonialismo de Dados; Instagram. |
| url | https://doi.org/10.5281/zenodo.16279840 |