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1. Verfasser: Silva Chaves, Erika
Format: Recurso digital
Sprache:
Veröffentlicht: Zenodo 2025
Schlagworte:
Online-Zugang:https://doi.org/10.5281/zenodo.16612176
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_version_ 1866901395742916608
author Silva Chaves, Erika
author_facet Silva Chaves, Erika
contents <p><span>Por séculos, a história oficial foi construída sob uma ótica patriarcal, relegando o feminino à invisibilidade. Este artigo analisa o legado das mulheres celtas com base em fontes arqueológicas, jurídicas e mitológicas, evidenciando seu protagonismo social, político, espiritual e econômico. Diferentemente das sociedades greco-romanas, os povos celtas reconheceram às mulheres direitos como herança, divórcio, participação em decisões políticas e liderança militar. Além disso, celebravam o sagrado feminino e a autonomia sexual, configurando um modelo mais equilibrado de organização social. O estudo aponta que o apagamento dessa memória ocorreu pela conquista romana e pela cristianização, que transformaram deusas em santas e silenciaram sacerdotisas. Conclui-se que resgatar essas vozes é essencial para desconstruir narrativas que naturalizam a desigualdade de gênero e para inspirar novas reflexões sobre a história do feminino.</span></p>
format Recurso digital
id zenodo_https___doi_org_10_5281_zenodo_16612176
institution Zenodo
language
publishDate 2025
publisher Zenodo
record_format zenodo
spellingShingle O Legado das Mulheres Celtas e a Urgência de Reescrever a História do Feminino
Silva Chaves, Erika
mulheres celtas
Protagonismo feminino
História e patriarcado
Memória ancestral
Sagrado feminino
<p><span>Por séculos, a história oficial foi construída sob uma ótica patriarcal, relegando o feminino à invisibilidade. Este artigo analisa o legado das mulheres celtas com base em fontes arqueológicas, jurídicas e mitológicas, evidenciando seu protagonismo social, político, espiritual e econômico. Diferentemente das sociedades greco-romanas, os povos celtas reconheceram às mulheres direitos como herança, divórcio, participação em decisões políticas e liderança militar. Além disso, celebravam o sagrado feminino e a autonomia sexual, configurando um modelo mais equilibrado de organização social. O estudo aponta que o apagamento dessa memória ocorreu pela conquista romana e pela cristianização, que transformaram deusas em santas e silenciaram sacerdotisas. Conclui-se que resgatar essas vozes é essencial para desconstruir narrativas que naturalizam a desigualdade de gênero e para inspirar novas reflexões sobre a história do feminino.</span></p>
title O Legado das Mulheres Celtas e a Urgência de Reescrever a História do Feminino
topic mulheres celtas
Protagonismo feminino
História e patriarcado
Memória ancestral
Sagrado feminino
url https://doi.org/10.5281/zenodo.16612176