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| Main Author: | |
|---|---|
| Format: | Recurso digital |
| Language: | Portuguese |
| Published: |
Zenodo
2025
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| Subjects: | |
| Online Access: | https://doi.org/10.5281/zenodo.17013250 |
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Table of Contents:
- <p><span>O artigo analisa criticamente a concepção tradicional de genialidade, argumentando que figuras históricas reverenciadas, como Platão, Aristóteles, Newton, Kant, Descartes e Einstein, perpetuaram a ilusão de um conhecimento absoluto. Fundamentado na Teoria do Não-Conhecimento (TNC), o estudo demonstra que todas as tentativas de sistematizar a realidade falham ao ignorar a limitação fundamental do conhecimento humano: sua impossibilidade de alcançar completude e isenção de contradições. Por meio da análise de contribuições filosóficas e científicas, evidencia-se que a veneração dos chamados "gênios" reflete mais uma necessidade psicológica e social do que uma verdadeira supremacia cognitiva. O artigo conclui que o conhecimento deve ser compreendido como provisório e falível, e que a TNC oferece um modelo epistemológico que reconhece essa inevitável precariedade.</span></p>