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| Autori principali: | , , , , |
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| Natura: | Recurso digital |
| Lingua: | portoghese |
| Pubblicazione: |
Zenodo
2025
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| Soggetti: | |
| Accesso online: | https://doi.org/10.5281/zenodo.17070167 |
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Sommario:
- <p><span>O presente estudo investigou a relevância das Áreas Naturais Protegidas (ANP) na conservação da biodiversidade vegetal, com foco na presença de novas espécies de angiospermas descritas entre 1973 e 2023. Por meio de revisão bibliográfica, foram analisadas 506 novas espécies distribuídas em 19 países. Os resultados indicaram que apenas 23% das espécies descritas foram coletadas em ANP, enquanto 77% foram registradas em áreas não protegidas, evidenciando a lacuna na efetividade dessas áreas na proteção de espécies recém-descobertas. Países como Brasil, Peru, Índia e Tailândia se destacaram em número absoluto de descobertas, enquanto Laos e Vietnã apresentaram maior eficiência proporcional em proteger novas espécies. A análise temporal, quando foi agrupada a cada 10 anos, revelou tendência crescente na descoberta de novas espécies, associada ao avanço das técnicas taxonômicas e ao fortalecimento das políticas públicas de incentivo à pesquisa. Ainda assim, estudos apontam que cerca de 18% das ANP operam com níveis satisfatórios de proteção, comprometendo sua função conservacionista. Conclui-se que as ANP atuam como reservatório de novas espécies vegetais de angiospermas, mas que é necessário ocorrer ações de ampliação territorial dessas no intuito de oportunizar que nelas ocorram a descoberta de novas espécies ao garantir a continuidade evolutiva dessas nestes ecossistemas preservados.</span></p>